Oito anos depois da prisão dos integrantes do grupo de activistas angolanos que passou a ser conhecido por 15 + 2, acusados de tentar um golpe de Estado contra o então Presidente José Eduardo dos Santos, o ímpeto daquela luta por liberdade e democracia do grupo praticamente desapareceu.
O governador provincial de Luanda acusou alguns grupos empresariais e operadores económicos, sem os nomear, de o aliciarem com dinheiro para desistir do programa de reordenamento do comércio em curso na capital do País.
A Gemcorp e o Grupo Carrrinho são candidatos à compra da posição de 48,1% que o BPI tem no Banco de Fomento Angola (BFA). Esta posição poderá transformar-se em maioritária com a venda em bolsa que a Unitel fará de parte do capital do banco.
A primeira edição da Luanda Expo Car foi concluída no último domingo após cinco dias de exposição, em Luanda, capital de Angola. No último dia do evento, os estandes das marcas chinesas continuaram a atrair o interesse dos visitantes locais.
Isabel dos Santos foi condenada, pelo Tribunal de Recurso de Amesterdão, pelos crimes de gestão danosa e falsificação de documentos, que permitiram o desvio de 52,6 milhões de euros da Sonangol. A mesma sentença terá sido aplicada a Mário Leite Silva, antigo braço direito da empresária e o seu administrador financeiro na Sonangol, Sarju Raikundalia.
À DW África, o líder da juventude do MPLA diz serem "fiéis advogados dos jovens" e aponta os jovens da UNITA como "causadores das arruaças". Sobre excessos da polícia, acredita que essa "deve fazer o seu papel".
A organização angolana de defesa dos direitos humanos Mosaiko defendeu hoje a reposição no Orçamento Geral do Estado (OGE) da verba para apoio às vítimas de violência, retirada há mais de dois anos.
As três principais centrais sindicais de Angola acusam o Governo de propor uma lei que visa acabar com o direito à greve ou impor limites ao exercício de um direito constitucional e ameaçam “paralisar o país” se o projecto de diploma não for alterado.
Os organizadores das manifestações de sábado em Angola criticaram hoje a "cultura de intimidação", a atuação da polícia e a cobertura dos meios de comunicação social estatais, defendendo que é preciso investigar quem morreu e em que circunstâncias.
A Amnistia Internacional (AI) diz que, além das prisões efectuadas em Luanda e Benguela durante as manifestações de sábado, 17, as autoridades angolanas detiveram três pessoas em Cabinda, mas a organização de defesa dos direitos humanos esta ainda a fazer o levantamento da situação.