O sociólogo angolano Paulo de Carvalho defendeu hoje, em Lisboa, que o facto de o ativista dos direitos humanos Rafael Marques estar vivo é a prova de que Angola é uma democracia.
Enquanto o país permanecer intoleravelmente sequestrado pelo “KOPELIPANISMO, garanto que não me vou permitir calar”. Ainda que me metralhem, me esfolem vivo e/ou me trucidem e me matem não me calarei. Enquanto viver a minha verdade será manifestamente levado a publico de forma denunciadora, custe o que custar.
Deputados da Unita reúnem-se em jornadas parlamantares no Uíge para discutir as eleições autárquicas, meios de comunicação social públicos entre outras questões.
Atenção você que segue a primeira dama de Angola no twitter ou no Facebook. Você está sendo enganado. A primeira Dama de Angola Ana Paula dos Santos, revelou em entrevista a Revista Super Fashion edição de Março que não faz uso das redes sociais , em particular as redes mais conhecidas como twitter e Facebook.
A Direcção da UNITA leva ao conhecimento da opinião pública nacional e internacional que milícias do MPLA, enquadradas na chamada Organização de Defesa Civil, emboscaram e assassinaram, no dia 9 de Marco do corrente ano, na Embala Etanda, ao Município de Kassongue-
É denunciado em vários círculos privados em Luanda uma rede de elementos que dedicam-se a burla de terrenos, residências e valores monetários em famílias pouco instruídas ou pobres que precisam de auxílios de advogado.
Nas fotografias, aparece sua mudança radical: ela passou de um marrom saudável para um branco pálido, usando sua própria marca de clareamento de pele, um creme chamado Whitenicious.
Após receber relatório que denuncia rede de corrupção no Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), com emissão ilegal de vistos no valor de mais de US $90 milhões, de que nada reverteu para os cofres do Estado, o ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares, sentencia os responsáveis com penas disciplinares.
A UNITA teme que a criação das Brigadas Comunitárias de Vigilância possa fazer ressurgir as antigas Brigadas Populares de Vigilância (BPV) que, no seu entender, não passam de um corpo de milícias pró-regime.
Três militantes da UNITA foram mortos na província do Kwanza Sul por militantes do MPLA quando tentavam celebrar a fundação do seu partido.