Os números da Sonangol para 2025, tornados públicos pelo semanário Expansão, confirmam o que o académico e jurista Rui Verde alertava há mais de uma década: a principal empresa angolana, símbolo do Estado e motor histórico da economia do país, já não vive (só) do petróleo.
O ex-primeiro ministro português Durão Barroso disse hoje, em Luanda, que houve potências que pretendiam dividir Angola na década de 90, realçando que os Acordos de Bicesse garantiram a unidade do Estado angolano, "apesar de todos os problemas".
A resposta curta e juridicamente objectiva é: sim, a Procuradoria-Geral da República (PGR) tem competência para reabrir processos, mas essa competência não é absoluta. Ela depende estrictamente dos moldes e natureza do arquivamento anterior e do surgimento de novos elementos, sob pena de violar o princípio constitucional do ne bis in idem (ninguém pode ser julgado duas vezes pelos mesmos factos).
A Linhas Aéreas de Angola (TAAG) voltou a registar, em 2025, um resultado líquido negativo de 144,6 milhões de dólares, anunciou, em Luanda, o Presidente do Conselho de Administração, Clóvis Rosa. O responsável, que falava durante uma conferência de imprensa, explicou que o resultado reflecte, em grande medida, o impacto de investimentos estruturantes ligados à modernização da frota e à reorganização operacional da companhia.
O bispo de Caxito lamentou hoje a morte de 28 garimpeiros em mina ilegal de ouro na província angolana do Bengo e considerou que a situação é reflexo da fome, pobreza, desemprego e precariedade das famílias.
Após destruir o MPLA na forma tentada, João Lourenço quer agora ficar, para assistir de camarote o seu funeral!
A subida da China como uma das maiores potências económicas do mundo não acontece só por conta das suas variadas fábricas, da sua capacidade do ponto de vista da tecnologia avançada ou da capacidade industrial.
As autoridades angolanas abriram um inquérito após o colapso de uma mina ilegal de ouro em Nambuangongo (província do Bengo), que matou 28 garimpeiros, com MPLA e UNITA a expressarem condolências, mas a divergirem sobre as responsabilidades.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, manifestou este sábado profundo pesar pela morte de pelo menos 28 jovens angolanos na sequência do desabamento de uma mina artesanal de ouro no bairro Kifula, comuna de Canacassala, município de Nambuangongo, província do Bengo.
Os antigos combatentes do Exército de Libertação Nacional de Angola (ELNA), antigo braço armado da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), manifestaram publicamente a sua contestação à liderança de Nimi a Simbi, actual presidente do partido.