Sexta, 29 de Agosto de 2025
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Destaques (279)

Os generais, Manuel Hélder Vieira Dias Júnior "Kopelipa" e Leopoldino Fragoso do Nascimento "Dino", começam a ser julgados na próxima segunda-feira, 10, no Tribunal Supremo (TS), por peculato, branqueamento de capitais, a par de outros crimes, soube o Novo Jornal junto do TS.

Documento estabelece como um dos critérios a experiência na condução de processos eleitorais, que pode favorecer o presidente cessante da CNE, que deverá concorrer à sua própria sucessão. Em causa está a violação do princípio constitucional da igualdade.

As centrais sindicais angolanas vão reunir-se na sexta-feira para tomar uma posição face à insistência do Governo em adiar para março o aumento salarial até 25% para a função pública, disse hoje à Lusa fonte sindical.

O Comité Central do MPLA, organização política no poder em Angola, elegeu hoje para vice-presidente do partido Mara Quiosa, que substitui no cargo Luísa Damião, que cumpria desde 2018 essa função.

O líder do MPLA anunciou que o partido, no poder em Angola, vai fazer “o rejuvenescimento do bureau político e do seu secretariado para enfrentar os novos desafios”, logo a seguir ao VIII congresso extraordinário, que começou hoje.

O MPLA, partido no poder em Angola desde a independência, em 1975, inicia hoje um congresso extraordinário de dois dias entre polémicas relacionadas com pedidos de impugnação e a alteração dos estatutos.

O militante do MPLA António Venâncio, pré-candidato à liderança do partido angolano, anunciou que vai avançar com uma ação contra o congresso extraordinário que começa na segunda-feira, depois do Tribunal Constitucional indeferir a providência cautelar que tinha interposto.

O analista angolano Albino Pakisi previu hoje que o VIII congresso extraordinário do MPLA, com início segunda-feira e no qual o líder do partido quer "trazer à tona" o tema da bicefalia, que rejeitou em 2018, será "polémico".

O parlamento angolano aprovou hoje na globalidade o Orçamento Geral do Estado (OGE) 2025 com votos favoráveis do MPLA e PHA, com a UNITA (oposição) a justificar o voto contra com os "gastos inaceitáveis" do Governo.

A responsável norte-americana para os assuntos africanos considerou hoje que os protestos pós-eleitorais em Moçambique são "uma mensagem" para qualquer governo do mundo, que devem estar atentos à vontade de mudança dos eleitores.

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