Sexta, 21 de Junho de 2024
Follow Us
Destaques

Destaques (184)

Várias ossadas alegadamente de algumas figuras de proa do então braço armado da UNITA, as FALA, foram encontradas recentemente, no Luando, Iocalidade do Tchanji, município do Cuemba, província do Bié.

Angola está transformada “numa casa sem pai”, um ano após a reeleição de João Lourenço, queixam-se os angolanos que lamentam ter sido “descartados” após as eleições de 2022 e criticam a “inoperância” do Presidente na resolução dos problemas.

O grupo parlamentar do MPLA, partido no poder, reafirmou hoje “o seu incondicional apoio” ao seu líder, garantindo “alto e em bom som” que não haverá destituição do Presidente da República, João Lourenço.

A plenária desta segunda-feira foi marcada por alguma tensão, com o MPLA a acusar a UNITA de ser responsável pela crispação política que o País vive, com a instigação da população a acções de desobediência, o "Galo negro" respondeu que "destituir o Presidente da República não é humilhação, mas um acto democrático", e a líder do Partido Humanista, Bela Malaquias a desafiar a UNITA a reconhecer "os erros cometidos na Jamba, onde foram queimadas vivas muitas pessoas".

O Presidente angolano rescindiu os contratos com as empresas Quenda e Cipro que iriam fornecer equipamentos e construir um centro de formação aeronáutico no Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL) por falta de condições.

A UNITA, o maior partido na oposição em Angola — que na passada quarta-feira, 19, anunciou a pretensão de espoletar um expediente para destituir o Presidente João Lourenço — já encontrou um ‘caminho alternativo’ para contornar um eventual ‘chumbo liminar’ de Carolina Cerqueira.

O Presidente João Lourenço vai ser o primeiro Presidente da República na história recente e política de Angola a enfrentar um processo de impeachment, isto é, de destituição do cargo que ocupa desde Setembro de 2017. A agravar tal facto está ainda o imperativo constitucional e legal de que a votação para o efeito deve ser feita de forma secreta e não por aclamação (mão no ar).

O Grupo Parlamentar da UNITA (GPU) apresentou hoje uma iniciativa de acusação e destituição do Presidente angolano, João Lourenço, por alegadamente ter subvertido o processo democrático no país e consolidar um regime autoritário que atenta contra a paz.

A UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje que a crise económica de Angola tem "natureza política", ligando-a às eleições de 2022, nas quais, acusou, "o regime do MPLA" fez uso do tesouro do Estado "como sua propriedade privada".

O Governo angolano anunciou um corte nas despesas do Estado relacionados com obras, carros e viagens ao exterior para evitar derrapagem orçamental até final do ano na ordem de 10 mil milhões de dólares (8,9 mil milhões de euros).

Página 4 de 14