Sem o poder de fiscalizar os actos do Executivo, por força da decisão do Tribunal e sem a possibilidade de discussão sobre as eleições autárquicas e com a transmissão dos debates vetada, os grupos parlamentares ficaram praticamente sem margens de manobra para o ano legislativo que se adivinha muito mais fraco em relação aos dois anteriores
Carlos Feijó está a recuperar poder e influência que perdeu com o seu afastamento do último cargo público que exerceu, ministro do Estado e chefe da Casa Civil (AM 700), mas conjectura-se que a relação “menos boa” com MH Vieira Dias “Kopelipa” desfavorece um eventual regresso pleno à política.
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, disse hoje que o Orçamento do Estado "é algo de fachada, que não se cumpre", acrescentando também que ninguém sabe "de onde surgem enormes somas de dinheiro a passear na Europa".