Sexta, 23 de Fevereiro de 2024
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O Presidente de Angola, João Lourenço, comprometeu-se hoje, na 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), em Glasgow, a aumentar para 70% o uso de fontes renováveis de energia até 2025.

O prazo de apresentação das candidaturas à liderança da UNITA, principal partido da oposição angolana que vai eleger um novo presidente na sequência do afastamento de Adalberto da Costa Júnior, decorre entre 04 e 11 de novembro.

O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) enalteceu hoje a apresentação da candidatura do Presidente da República de Angola, João Lourenço, à liderança do partido, ocorrida na quarta-feira, esperando que outros militantes sigam o seu exemplo.

A UNITA considerou “insultuosas, maliciosas e provocadoras” as palavras que o Presidente de Angola, João Lourenço, dirigiu ao líder do maior partido da oposição angolana, Isaías Samakuva, ao desejar-lhe que “desta vez viesse para ficar”.

O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, marcou hoje o aguardado XIII Congresso Ordinário do partido em que será decidido quem vai assumir as rédeas do "Galo Negro", depois da anulação, pelo Tribunal Constitucional (TC), do conclave em que foi eleito Adalberto Costa Júnior.

O politólogo angolano Olívio Nkilumbu considerou hoje “perigosas e desajustadas” as declarações do Presidente angolano, dirigidas ao presidente da UNITA, na sua posse no Conselho de República, afirmando que João Lourenço demonstrou ter “preferência de adversários políticos”.

Kamalata Numa, membro da comissão política da UNITA, considera legítimo o pedido de esclarecimento que o líder do partido fez ao Constitucional. E diz que nada impedirá a realização do congresso agendado para dezembro.

O presidente angolano, João Lourenço, afirmou hoje esperar que Isaías Samakuva, que voltou à presidência da UNITA depois do afastamento de Adalberto da Costa Júnior, tenha “vindo para ficar”, na cerimónia em que foi reempossado como conselheiro da República.

O Presidente angolano negou hoje que pretenda exonerar os conselhos de administração da Sonangol e da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, considerando tratar-se de “mera especulação” e que é “muito discreto” na hora de fazer mudanças.

Há um ano das eleições, sondagens indicam que, pela primeira vez em 50 anos, Angola tem chance de ver outra força política no poder.

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