O órgão supremo, que tem a missão de controlar a aplicação do dinheiro público, diz estar a encontrar obstáculos na cedência de documentos solicitados às entidades sob sua jurisdição.
A Transparência Internacional diz que houve avanços em Angola no combate à corrupção. Mas segundo o coordenador da ONG Omunga, a realidade é mais complexa: há muitas medidas, mas os resultados são pouco sentidos.
As autoridades judiciais angolanas iniciam 2024 com o anúncio de uma série de ações judiciais contra conhecidas e importantes personalidades da cena politica angolana, mas o ceticismo continua a reinar entre membros da oposição e analistas que duvidam que a Procuradoria esteja livre de pressõews e manietação política.
Dois dos três declarantes ouvidos ontem, no Tribunal Supremo, no julgamento que envolve o antigo embaixador de Angola na República da Etiópia Arcanjo do Nascimento, declararam “ter havido má-fé” por parte da empresa etíope ARJ Constructions, contratada pelo Estado angolano para a construção de três edifícios da sua missão diplomática naquele país
Um dos Bancos com maior número de contas das operadoras petrolíferas e mineiras, Banco Caixa Geral Angola (BCGA), é acusada de, nas últimas semanas estar a condicionar a execução das operações para colocação de divisas de empresas no mercado.
A medida anunciada em Setembro abrangia 50 ruas e avenidas, mas os protestos dos envolvidos e uma posição dialogante da AMOTRANG levaram a um entendimento. Para já, fica adiada a entrada em vigor até que existam condições para a aplicar. Primeiro é preciso alterar o decreto 123/22 que rege a actividade de mototaxista.
Angola melhorou o combate à corrupção, fixando-se no 121.º lugar no Índice de Perceção da Corrupção, alcançando 33 pontos numa escala que vai dos zero aos 100, segundo um relatório hoje divulgado.