A operadora angolana de telecomunicações Unitel defendeu hoje a descontinuidade dos telefones 2G (segunda geração) no país e aposta em telefones mais evoluídos 4G e 5G, como medida para “acelerar” a inclusão digital e financeira no país.
O Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) angolano disse hoje, em Luanda, que vai submeter à Organização Internacional do Trabalho (OIT) provas das ameaças de que estão a ser alvo os docentes que aderiram à greve.
O diretor-geral da Unitel disse hoje que a nacionalização da operadora angolana de telecomunicações não teve impacto na gestão operacional da empresa, e recusou-se a comentar as queixas da empresária Isabel dos Santos.
O diretor executivo da Africell, a quarta operadora de telefonia móvel de Angola, afirmou hoje, que o mercado das telecomunicações angolano “está a crescer bem”, contando já com perto de seis milhões de clientes.