O comandante-geral da polícia de Angola negou hoje a existência de “clivagens” entre a corporação e a Igreja Católica angolana, na sequência de uma intervenção anterior contra um comunicado do clero, garantindo que a relação “é boa”.
Angola espera duplicar para 200 mil os elementos da polícia nacional, até 2025, para responder à “carência de efetivos” e alcançar a cobertura a nível do país, anunciou o comandante-geral desta força.
A Plataforma Sul, integrada por seis organizações da sociedade civil, prometeu hoje responsabilizar o Presidente angolano “por toda a morte causada pela fome” no país e “por toda a criança com malnutrição severa e crónica”.
A última audiência de julgamento do “caso IURD” ouviu um dos queixosos do suposto crime de burla por defraudação, Nuno Graciano, 41 anos, que disse ser membro e “dizimista” da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola há 16 anos.