A defesa de Carlos São Vicente disse hoje que o empresário angolano, condenado em 2022 por peculato, fraude fiscal e branqueamento de capitais, continua preso porque rejeitou negociar a entrega dos seus bens com o Serviço de Recuperação de Ativos.
Os advogados de Carlos São Vicente alertaram hoje para o grave estado de saúde do empresário, detido há mais de dois anos, pedindo a sua libertação imediata “por razões humanitárias”.
As autoridades angolanas estão a encontrar dificuldades em vender s dezenas de hotéis confiscados ao empresário Carlos São Vicente condenado em primeira instância por peculato, fraude fiscal e branqueamento de capitais.
O grupo Standard Bank confirmou que quer adquirir ações do Standard Bank de Angola que foram confiscadas ao empresário Carlos São Vicente a cumprir uma pena de prisão de nove anos.
A recente venda de 4 unidades hoteleiras da rede IU (um dos 28 hotéis existentes no país) trouxe para os cofres do Estado um valor global de 14.148.850.000 Kwanzas. Os hotéis fazem parte de uma lista de unidades apreendidos ao empresário Carlos São Vicente.