O professor angolano que organizou um protesto para reivindicar mais carteiras numa escola de Luanda foi hoje recebido “euforicamente” pelos alunos, mas impedido de dar aulas pela direção do estabelecimento escolar.
A liberdade na internet em Angola "permaneceu ameaçada" enquanto o país se preparava para as eleições de agosto deste ano, apesar da infraestrutura digital angolana continuar "pobre e deficiente", indicou hoje a organização Freedom House.
Professor detido na marcha em que participaram mais de 300 alunos diz que protestou nas ruas devido à "responsabilidade social" como docente. "Pesou-me o coração fingir que nada se passa", afirma Diavava Bernardo à DW.