O negócio da venda de roupa usada em Angola, conhecido como “fardo”, tem vindo a declinar por vários fatores, como o aumento das taxa de importação e a falta de divisas, segundo alguns operadores.
Os membros do Executivo e as figuras políticas do partido MPLA são as pessoas que mais têm sofrido sequestro de contas nas redes socias, sobretudo no WhatsApp.
Quénia, Angola e Gana estão entre os principais destinos da roupa usada exportada pela China, segundo um relatório das Nações Unidas que estima que este mercado represente um volume de negócios superior a 9 mil milhões de dólares.