Segunda, 26 de Outubro de 2020
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Sábado, 29 Fevereiro 2020 13:29

SPLA exige à TAAG reajuste salarial este mês de Março

O Sindicato de Pilotos de Linhas Aéreas (SPLA) da TAAG exige que a companhia proceda, neste mês de Março, ao reajuste do salário desta classe profissional, com base num acordo de 2013, que ronda o equivalente em kwanzas os USD três mil e 800, sob pena de possível greve.

Em declarações à Angop, no Aeroporto de Luanda, cinco meses após a última ameaça de greve, o secretário-geral da SPLA, Horácio Cruz, afirmou que recentemente a Assembleia-Geral do Sindicato deliberou a entrega, que já foi feita, de um caderno reivindicativo ao patronato, onde se destaca esse ponto.

"Nós temos consciência que a companhia, neste momento, não tem condições financeiras para proceder a aumentos salariais, por isso exigimos que se faça um reajuste possível, tendo em conta o empobrecimento da classe desde 2013", sublinhou o líder sindical.

O sindicalista disse que os pilotos querem consenso para que esse reajuste aconteça o mais breve possível, recordando que "diariamente ou quando necessário a companhia nacional de bandeira procede a reajustes na venda dos seus bilhetes de passagem".

Em Setembro último, o Sindicato de Pilotos de Linhas Aéreas suspendeu uma iminente greve de 10 dia, após ter chegado a entendimento com a Administração da TAAG que analisa a possibilidade de um novo acordo laboral para revogar o de 2005, com prazos pré-definidos.

Do então caderno reivindicativo constavam a necessidade da elaboração de um novo quadro remuneratório, definição de direitos, regalias sociais, plano de saúde, condições de reforma, deveres dos pilotos e da empresa.

A TAAG - Linhas Aéreas de Angola, S.A - celebrou no passado dia 13 de Fevereiro o seu 40º aniversário, desde que foi transformada em Unidade Económica Estatal, por força do Decreto Nº 15/80 de 13 de Fevereiro, o que lhe conferiu o estatuto de companhia nacional de bandeira.

A TAAG atende, actualmente, 17 destinos domésticos, 26 internacionais, em África, América do Sul, Europa e Ásia, com uma frota composta de 13 aeronaves das quais oito são do tipo Boeing 777, “Triple seven”.

A companhia opera nas linhas de Lisboa, Porto, Pequim, Dubai, Rio de Janeiro, São Paulo, Havana, Cidade do Cabo, Joanesburgo, São Tomé, Praia, Brazzaville, Bangui, Douala, Harare, Windhoek, Maputo, Cidade do Sal e Lagos.

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