A Polícia Nacional de Angola (PNA), proibiu a realização da manifestação agendada para este sábado 03 de Julho em Luanda, um acto que pretende apelar ao Executivo angolano, devido às constantes mortes por malária, nos hospitais do país.
Angola registou os primeiros casos das variantes brasileira e indiana, esta ultima, caracterizada como a mais agressiva, de maior transmissão e mais letal.
O Governo angolano reconheceu hoje que "não tem sido fácil controlar o excesso de lotação" que se verifica diariamente nos transportes públicos, sobretudo em Luanda, visando travar a propagação da covid-19, admitindo estar-se diante de "um grande desafio".