Sexta, 09 de Dezembro de 2022
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Domingo, 01 Mai 2022 19:49

USD 200 mil dólares desaparecem dos cofres do Consulado Geral de Angola no Rio de Janeiro

A exoneração de Mateus de Sá Miranda Neto do cargo de cônsul Geral de Angola no Rio de Janeiro destapou uma informação que até bem a pouco tempo era apenas do conhecimento de um número restrito de funcionários daquela representação diplomática do nosso País na Cidade Maravilhosa: O desaparecimento misterioso de um valor de USD 200 mil dólares e igual cifra em reais.

A informação circula corre pelos corredores daquela representação diplomática depois de os funcionários terem tomado conhecimento da defenestração de Mateus de Sá Miranda Neto e da responsabilidade sobre o desaparecimento dos referidos valores atribuídos à assistente de quem responde pela área financeira do consulado.

De acordo com funcionários do Consulado Geral de Angola no Rio de Janeiro, que entraram em contacto com este jornal, deram nota que Mateus de Sá Miranda, que se encontra de “férias” no Reino de Espanha, vive num imóvel cuja renda ascende aos 11.500 Euros/mês e muito recentemente adquiriu uma viatura importada que terá custados aos cofres do (Estado angolano) consulado USD 700 mil.

Recorde-se que o ministro das Relações Exteriores, António Tete, exonerou, esta quinta-feira, 28, Mateus de Sá Miranda Neto do cargo de cônsul Geral de Angola no Rio de Janeiro (Brasil), apurou “O Kwanza” junto de uma fonte do MIREX.

Denúncias comprovadas de má gestão dos fundos alocados àquela representação diplomática e abuso de poder terão sido as razões que levaram António Tete a defenestrar Mateus de Sá Miranda.

Os funcionários do Consulado do Rio de Janeiro estão há cinco meses sem ordenados, mas, de acordo com a nossa fonte, Mateus de Sá Miranda vivia como um “nababo”, tendo dando-se ao “luxo” de mandar trocar, na semana passada, cinco mil dólares para assistir ao carnaval “fora-de época”.

Sá Miranda arrisca-se a ser investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) depois de uma inspeção feita recentemente por altos funcionários do Serviço de Inteligência Externa (SIE) e do Ministério das Finanças e do Ministério das Relações Exteriores ter adquirido uma viatura de luxo no valor de 70 mil euros, uma impressora no valor de 3.800 Euros e viver numa casa que custa 11.500 Euros/mês. Jornal O Kwanza

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