Sábado, 28 de Março de 2026
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Precisa ser desmontada quanto antes: Cabe aos partidos da oposição política em particular e ao povo em geral. Começar já a desmontar quanto antes aquilo que o MPLA já montou e vai montando ao longo do tempo para não ver o poder lhe fugir das mãos em 2022.

Em um momento em que cada vez mais vozes dentro e fora do país se levantam para denunciar resultados decepcionantes na luta contra a corrupção, é mais do que urgente que o Chefe de Estado reaja para demonstrar o contrário. "Mais vale tarde do que nunca", dizem.

Se as exigências não são satisfeitas, pura e simplesmente ignoradas por parte dos que devem satisfazer tais exigências, mas negam por arrogância e prepotência habitual. Essas manifestações valem mesmo alguma coisa?

Quando o ditador Angolano, general João Manuel Gonçalves Lourenço (JLO) decidiu acusar por acusar, os seus próprios  correligionários do MPLA, os quais continua a espôr vergonhosamente, JLO por inocência/ignorância e ou completa falta de sabedoria, ou falta de disciplina se calhar até partidária e falta do mínimo de visão política e da ausência total da necessária capacidade, para ler os sinais dos tempos, eis que o nosso ditador aprendiz, acaba de bater com a cabeça na parede, ali na Cidade Alta em Luanda.

Quantas vezes não fomos formados num College/Universidade, logo com alguma benção/sorte, chegamos alcançar posto de destaque em alguma área de relevo da sociedade, que seja posto governamental, com alguma substantância, ou mesmo o posto da mais alta magistratura de algum país, nomeadamente presidência da República etc.

O antigo Presidente e fundador da Nação da Namíbia, Sam Nujoma, foi hospitalizado após o teste ser positivo de Covid-19.

A política externa angolana carece de recursos humanos qualificados, competentes, responsáveis, tecnocratas e especialistas em projectação diplomática do mais alto nível, porque enquanto não deixarmos de lado a prática do nepotismo e do amiguismo

O Acórdão Nº 654/2020 do Tribunal Constitucional (disponível aqui), referente ao Processo Nº 837-C/2020, do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola – Salvar Angola (PRA-JA)

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