Sexta, 23 de Fevereiro de 2024
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Seis elementos do SIC e um tenente-coronel do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) que foram recentemente constituídos arguidos pelo Ministério Público (MP), e acusados de homicídio e de terem assaltado e levado avultadas quantias em dólares do apartamento de Pedro Lussati, em 2021, tal como o major tem denunciado, vão ser levados a julgamento nos próximos meses, tudo porque o Tribunal de Comarca de Luanda fez despacho favorável à acusação do MP, após terminar o processo de instrução contraditória, soube o Novo Jornal.

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O Tribunal de Comarca de Luanda (TCL) rejeitou o pedido dos advogados de Pedro Lussati para ouvir o director geral do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE), general Fernando Miala, no seguimento do processo de instrução contraditória em que seis elementos do SIC e um tenente-coronel do SINSE são acusados de terem assaltado o apartamento do "major milionário" em 2021.

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O Tribunal de Comarca de Luanda (TCL) quer ouvir, no próximo mês de Fevereiro, o director geral do SINSE, general Fernando Garcia Miala, no seguimento do processo de instrução contraditória em que seis elementos do SIC e um tenente-coronel do SINSE são arguidos pelo Ministério Público (MP), acusados de terem assaltado o apartamento de Pedro Lussati, em 2021, de onde, alegadamente, levaram malas cheias de dólares, processo em Fernando Miala é citado pelos arguidos de ter apropriado de uma das malas contendo a quantia de 500 mil dólares.

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Efetivos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e dos serviços de inteligência angolanos foram constituídos arguidos, por um alegado assalto à residência do major Pedro Lussati, estando a primeira audiência de instrução contraditória marcada para quarta-feira.

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O presidente do Tribunal Supremo (TS), Joel Leonardo, negou este mês o recurso de habeas corpus ao arguido Pedro Lussati, condenado a 12 anos de prisão em segunda instância, pelo Tribunal de Relação, embora o Ministério Público (MP) a nível do Supremo tenha aceitado que o major "milionário" fosse colocado em liberdade, sob a medida de apresentação periódica às autoridades, em cada 48 horas, e mediante pagamento de uma caução de mil milhões de kwanzas, soube o Novo Jornal junto do TS.

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