A indústria cimenteira voltou ao centro da actualidade económica angolana — e, segundo o economista e professor universitário Carlos Rosado de Carvalho, “pelos maus motivos”.
As relações empresariais do Grupo Carrinho com várias entidades internacionais merecem uma atenção redobrada, uma vez que a respectiva informação financeira não é disponibilizada ao público e as estruturas envolvidas são muito complexas.
O poder político continua a organizar a economia angolana em torno de uns quantos grupos escolhidos a dedo. Mudaram os nomes. Não mudou o modelo. Entre os conglomerados que mais rapidamente ascenderam ao centro da arquitectura económico‑política do actual regime, destaca‑se o Grupo Carrinho.
O Governo Provincial de Malanje emitiu uma nota de repúdio contra o que classifica como uma campanha de calúnias e difamação nas redes sociais dirigida ao governador Marcos Alexandre Nhunga. No comunicado tornado público, a instituição rejeita “categoricamente” todas as acusações postas a circular no espaço digital, incluindo alegações sobre o suposto consumo excessivo de bebidas alcoólicas e uso de “kapuca”, assegurando que tais informações são falsas e têm como único objectivo denegrir a imagem do responsável máximo da província.
O comandante do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) destacado no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, superintendente de migração Belarmino da Silva Quiala, encontra-se detido pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por alegado envolvimento num esquema de facilitação da emissão de vistos e apoio à imigração ilegal, apurou o Imparcial Press junto de fontes próximas do processo.