Todo e qualquer funcionário de um órgão de segurança nacional e da guarda presidencial está sujeito aos regulamentos, princípios, normas e leis militares, na qual devem ser cumpridos com honra, lealdade e patriotismo, tendo a Nação como prioridade, protegendo-a dos inimigos internos e externos, garantindo desse jeito a integridade territorial e o bom funcionamento das instituições público-sociais.
Por enquanto são apenas rumores. Mas, um rumor (e vale a pena explica-lo) não é necessariamente um mujimbo, no sentido pejorativo que a classe política angolana, sobretudo, gosta de dar à informação não oficial.
Seja como for, não vim para aplaudir a agressão pois minha estrutura moral não me aconselha a me consolidar com agressões nem com agressores sejam eles como se chamam patenteados ou não.
Importa realçar que, a protecção social dos profissionais das artes tornou-se uma grande preocupação com o início da Covid-19, uma vez que, todos os profissionais das artes sofreram um grande revés com as restrições impostas pelo contexto em que todos os países viviam.
Na semana finda os meios de comunicação veicularam uma informação dando conta de que o Tribunal Supremo ordenou o arresto preventivo de bens pertecentes à empresária Isabel dos Santos, deles se destacando saldos existentes em contas bancárias tituladas pela empresária com domicílio em vários bancos comerciais no país e participações sociais detidas pela mesma em várias empresas em Angola e no estrangeiro, bem ajustado, em termos pecuniários, fala-se em cerca de USD 1.136.996.825, 56 (mil milhões, cento e trinta e seis milhões, novecentos e noventa e seis mil, oitocentos e vinte cinco Dólares e cinquenta e seis cêntimos). Uma quantia nada módica.