Sexta, 24 de Março de 2023
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A juíza conselheira presidente do Tribunal de Contas, Exalgina Gambôa, e o seu filho Hailé da Cruz foram constituídos arguidos por crimes de extorsão e corrupção, informou a Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana.

A presidente do Tribunal de Contas (TdC) de Angola, Exalgina Gambôa apresentou hoje ao Presidente da República um pedido de "jubilação antecipada", invocando "razões de saúde" que interferem "negativamente" no exercício das suas funções.

As novas regras de transparência introduzidas pelo Reino Unido para identificar quem possui imobiliário no país revelam que a empresária que tem um mandato de captura internacional tem duas residências em Londres e o antigo vice-presidente de Angola dois apartamentos de luxo.

Os líderes da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) e da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) criticaram hoje a "farsa eleitoral" que deu a vitória ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) em agosto.

O MPLA, partido no poder, aconselhou hoje a UNITA, maior força política da oposição angolana, a redefinir-se entre ser um partido “de eterno protesto ou um partido que aspira ser poder”.

O presidente da UNITA acusou hoje o Governo angolano de ser “corrupto” e “incompetente”, afirmando que é no partido fundado por Jonas Savimbi que recai a missão de inverter este quadro e acabar com o drama “na gestão dos recursos”.

No próximo dia 22 deste mês vai assinalar mais um ano da morte de Jonas Savimbi, líder fundador da UNITA, que morreu em combate em Fevereiro de 2002. Com o aproximar da data, que é reservada a uma serie de actividades, um dos seus filhos, Rafael Savimbi, abre- se em entrevista a OPAIS para falar da figura do pai, do seu percurso politico, da vida interna da UNITA e do preço alto que a família teve de pagar por conta da imagem de um dos homens mais complexos da história recente de Angola.

Peritos advertem sobre o risco de Angola se tornar uma "anocracia", já que crescem os sinais de instabilidade e a probabilidade de uma guerra civil se não forem feitas reformas profundas, a começar pela Constituição.

Bispos católicos angolanos disseram hoje que as autoridades competentes “devem fazer o seu trabalho” em torno das denúncias sobre alegados atos de corrupção e nepotismo no Tribunal Supremo (TS) do país, recusando-se a “antecipar sentenças e julgamentos públicos”.

O jurista Sebastião Fernando disse hoje que a justiça angolana “está na lama”, devido aos escândalos e suspeitas de más práticas atribuídas ao presidente do Tribunal Supremo (TS), defendendo que este esclareça os “rumores” para “responsabilização” dos implicados.

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