Artigo publicado no Politico refere que a classe média angolana "fez de Lisboa o seu recreio durante a última década, desfrutando de gastos excessivos nas boutiques de gama alta da Avenida da Liberdade".
A informação foi transmitida à Lusa por Francisco Luemba, dando conta que até ao final da tarde de hoje, cumpridos os primeiros 45 dias (prazo máximo) de prisão preventiva, os dois ativistas permanecem detidos.
As chuvas do primeiro trimestre deste ano, em Angola, já provocaram 178 mortos e só na última noite deixaram mais de 100 famílias ao relento no Libolo, província do Cuanza Sul.
A CASA-CE promete levar o "caso Kalupeteka" ao Tribunal Penal Internacional e às Nações Unidas se se confirmar o número de mortes que, segundo a Unita e activistas, ascende a centenas.