O Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) acusou hoje Angola de usar a Justiça para intimidação e considerou o país “dos piores infratores de África” na criminalização do jornalismo.
Comentador diz ter sido informado por acaso, num supermercado, de que deixara de fazer parte do painel da estação, ao fim de quase uma década de colaboração
Organizações da sociedade civil angolana manifestaram preocupação com a implementação do Instituto de Supervisão das Actividades Comunitárias (ISAC), alertando que a supervisão legítima das organizações não deve transformar-se num mecanismo de controlo político, vigilância institucional ou restrição das liberdades fundamentais.
O debate nas comissões especializadas da Assembleia Nacional (AN) foi suspenso, esta segunda-feira, com vista à definição clara do conceito de “notícia falsa” ou “fake news”, bem como à delimitação da intervenção do Estado no espaço digital.
No passado domingo, 3 de Maio, assinalou-se o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, uma efeméride instituída pelas Nações Unidas para promover a reflexão sobre o papel do jornalismo nas democracias contemporâneas.