A Associação AMAVIDA registou, de Janeiro a Agosto deste ano, mais de 100 casos de agressões contra trabalhadoras do sexo. O Jornal OPAÍS saiu à rua para constatar o dia-a-dia dessas mulheres que relataram um quadro negro à volta da actividade, marcado por medo, vergonha e coragem de resistir na actividade que representa a sua principal fonte de rendimento.
Mais de 20 meninas foram durante meses exploradas sexualmente num bordel que está dissimulado no interior de um Snack-Bar, no "Espaço Brasil", em Luanda, onde foram igualmente mantidas em cativeiro, soube o Novo Jornal junto de fonte policial.
Através de uma página no facebook, uma rede de prostituição recrutou várias mulheres, alegadamente para trabalhar num Spa. As recrutadas acabaram a prostituir-se em apartamentos na Centralidade do Kilamba ou em visitas ao domícilio para clientes especiais, soube o Novo Jornal.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve, no município do Talatona, em Luanda, esta quarta-feira, 20, uma rede de prostituição composta por mulheres casadas, que fingiam pertencer a uma prestadora de serviço de massagem que angariava clientes nas redes sociais, soube o Novo Jornal.
O Serviço de Investigação Criminal, através da sua Direcção Central de Combate ao Crime Organizado, mediante uma denúncia que dava conta da existência de um Club Nocturno, no morro Bento, Zona do Gameck em Luanda, onde eram recrutadas raparigas para promoção de actividades de prostituição, realizou uma micro operação no final de semana último, que resultou na detenção de uma cidadã nacional de de 28 anos de idade, conhecida por Diabólica Milionária, detentora deste espaço, acusada no crime de Lenocínio.