Jornalista Luis Carlos
Licenciado em Jornalismo e Ciências Sociais é Administrador do site Angola 24 Horas
Os números da Sonangol para 2025, tornados públicos pelo semanário Expansão, confirmam o que o académico e jurista Rui Verde alertava há mais de uma década: a principal empresa angolana, símbolo do Estado e motor histórico da economia do país, já não vive (só) do petróleo.
O ex-primeiro ministro português Durão Barroso disse hoje, em Luanda, que houve potências que pretendiam dividir Angola na década de 90, realçando que os Acordos de Bicesse garantiram a unidade do Estado angolano, "apesar de todos os problemas".
A resposta curta e juridicamente objectiva é: sim, a Procuradoria-Geral da República (PGR) tem competência para reabrir processos, mas essa competência não é absoluta. Ela depende estrictamente dos moldes e natureza do arquivamento anterior e do surgimento de novos elementos, sob pena de violar o princípio constitucional do ne bis in idem (ninguém pode ser julgado duas vezes pelos mesmos factos).
A Linhas Aéreas de Angola (TAAG) voltou a registar, em 2025, um resultado líquido negativo de 144,6 milhões de dólares, anunciou, em Luanda, o Presidente do Conselho de Administração, Clóvis Rosa. O responsável, que falava durante uma conferência de imprensa, explicou que o resultado reflecte, em grande medida, o impacto de investimentos estruturantes ligados à modernização da frota e à reorganização operacional da companhia.