Quinta, 19 de Setembro de 2019
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Terça, 10 Setembro 2019 19:26

Combate à corrupção em Angola concorre para melhoria do ambiente de negócios – embaixador chinês

O embaixador da China em Angola considerou hoje, em Luanda, que as medidas de combate à corrupção em curso no país africano vão concorrer para a "melhoria do ambiente de negócios" e "atração de mais investimentos" para Angola.

"Estamos a constatar que o Governo angolano está a tomar medidas para o combate contra a corrupção para a criação de um bom ambiente de negócios. São uma série de medidas de Angola para oferecer um bom ambiente para atrair o investimento estrangeiro", afirmou hoje Gong Tao, em conferência de imprensa.

Para o diplomata chinês, as ações de combate à corrupção lideradas pelo Presidente angolano, João Lourenço, "estão já a apresentar alguns resultados e confiança para futuros negócios" e estão a dar "resultados para o investimento chinês aqui em Angola".

Gong Tao falava hoje, na sede do Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), no centro de Luanda, durante uma conferência de imprensa em que falou sobre o quadro do desenvolvimento das relações sino-angolanas.

Em relação às privatizações de 195 entidades e/ou ativos do Estado angolano, que devem ser privatizados total ou parcialmente entre 2019 e 2022 - incluindo a petrolífera Sonangol, Endiama, Angola Telecom, Correios de Angola, entre outras -, o diplomata chinês deu conta que o seu país está interessado no processo.

"Atualmente algumas empresas chinesas e investidores chineses interessados estão a acompanhar e a fazer estudos para este programa de privatizações. A parte chinesa estimula e apoia as empresas chinesas com capacidades de participar nesse processo de privatizações de acordo com os princípios de funcionamento do mercado e das leis", referiu.

A China é o maior parceiro comercial de Angola. Ambos os países mantêm relações bilaterais há 36 anos.

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