Ao falar num acto político que marcou a celebração dos 60 anos da fundação desta organização política, Adalberto Costa Júnior entende que a inclusão de diferentes segmentos sociais do país, entre académicos, associações cívicas e religiosas, poderá garantir a transparência no processo eleitoral.
Justificou que tal procedimento poderá assegurar a estabilidade política e social no país, comparando com a realidade de muitos países africanos que têm vivenciado crises políticas pós-eleitorais, devido à suposta falta de transparência no processo.
O líder da UNITA questionou, igualmente, a contratação da empresa espanhola INDRA, que, no seu entender, tem deixado dúvidas na gestão do processo eleitoral no país.
"É a mesma empresa a ser escolhida em todos os processos eleitorais. Será que isso significa confiança ou então medo?", questionou Adalberto, tendo afirmado que "deve-se votar na escolha das empresas que actuam no processo eleitoral".
Além do acto político, a UNITA realizou jornadas parlamentares nesta região do país, onde foram debatidas várias temáticas sobre a realidade política e social do país, além da celebração, no município do Muangai, berço da agremiação, dos 60 anos da criação do partido.

