A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Angola abriu um concurso público no valor estimado de 7 mil milhões de kwanzas (8,8 milhões e euros) para adquirir 125 viaturas todo-o-terreno que serão usadas no processo de supervisão do registo eleitoral.
Agostinho Santos lamenta silêncio das altas instâncias judiciais sobre o concurso para chefiar a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Angola. Segundo o juiz conselheiro, há interesses empresariais envolvidos na seleção.
A UNITA, oposição angolana, “exigiu” hoje a demissão do presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) por “não reunir requisitos legais e morais” para o cargo, criticando a “lentidão dos órgãos judiciais”, enquanto o MPLA desvalorizou a pretensão.
A preferência está apreensiva sobre o destino do Presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) depois de o Tribunal Constitucional (TC) ter remetido para o Tribunal Supremo (TS) uma decisão sobre o concurso público onde foi escolhido Manuel Pereira da Silva "Manico" para o cargo, on cima da mesa, uma possibilidade de se manter tudo na mesma ou abrir um novo concurso público.
Processo de impugnação do concurso que designou Manuel Pereira da Silva como presidente da CNE está estagnado há 11 meses. Críticos dizem que morosidade é sinal de falta de independência do sistema judiciário angolano.