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Candidatos ao ensino médio pedem escolas e não fábrica de cervejas em Luanda

Candidatos ao ensino médio pedem escolas e não fábrica de cervejas em Luanda

Numa manifestação junto da Assembleia Nacional denunciaram o tráfico de influência no acesso ao ensino

Mais de duas dezenas de jovens com idades compreendidas entre 16 e 25 anos manifestaram-se na manhã de segunda-feira, 22, junto da Assembleia Nacional por falta de salas de aulas que os tem deixado sem estudar.

 “Mais escolas menos fábricas de bebidas alcoólicas", era uma das exigências dos candidatos ao ensino médio.

Eles queixaram-se também de que os nomes dos alunos que concorrem nunca são afixados e que em várias escolas do país é admitido um número muito reduzido de alunos com base no tráfico de influência e corrupção.

O Movimento dos Estudantes Angolanos também manifestou o seu apoio aos manifestantes. “Nós estamos solidários e vamos continuar a apoiar os estudantes”, garantiu José Lutambi.

Por outro lado, Lindo Bernardo Tito, vice-presidente da CASA-CE e deputado, acusa o MPLA de temer a massificação do ensino no país.

“Isso só mostra que o MPLA nunca esteve interessado na massificação do ensino, não há infraestruturas e esta situação das vagas é generalizada”, sublinhou.

Recorda-se que, recentemente, André Soma, director provincial da Educação em Luanda, revelou que cerca 100 mil alunos ficaram fora do ensino por falta de escolas. Voanews

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