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João Lourenço, pediu maior firmeza no combate ao tráfico de moeda e droga

João  Lorenço, na altura que patenteiava o novo Comandante Geral da Polícia Nacional, Alfredo Eduardo Manuel Mingas. João Lorenço, na altura que patenteiava o novo Comandante Geral da Polícia Nacional, Alfredo Eduardo Manuel Mingas.

O Presidente da República, João Lourenço, pediu ontem, ao novo comandante-geral da Polícia Nacional e às novas chefias do Serviço de Inteligência e de Segurança Militar, medidas firmes contra o tráfico de drogas e de moeda estrangeira, criminalidade violenta e a imigração ilegal, em muitos casos, ligada ao garimpo de diamantes.

A orientação foi deixada durante a cerimónia de tomada de posse do comissário Alfredo Eduardo Manuel Mingas, como novo comandante-geral da Polícia Nacional, e do general Apolinário José Pereira, que ocupa agora o cargo de chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar, em substituição do também general José Maria.

Ao dirigir-se aos empossados, o Presidente da República manifestou-se preocupado com os \"níveis alarmantes\" atingidos pelos tráficos de drogas e de moeda estrangeira, a criminalidade violenta e a imigração ilegal e afirmou que, tal como foi a guerra no passado, estes crimes constituem hoje uma ameaça à paz dos cidadãos, à segurança nacional e ao desenvolvimento da economia. “Estas ameaças devem merecer toda a nossa atenção; de todas as autoridade e, em particular, das chefias militares e da Polícia Nacional\", disse o Chefe de Estado. Lembrou que elas cresceram de forma assustadora, mudaram as formas de actuação e, juntas, constituem uma \"grande ameaça à paz dos cidadãos, segurança nacional e ao desenvolvimento da economia nacional”.

Na presença do Vice-Presidente da República, dos ministros de Estado, ministros e auxiliares da Presidência da República, João Lourenço manifestou confiança nos oficiais generais presentes e pediu-lhes para, com a sociedade civil e autoridades do Estado, “encarar de frente as quatro ameaças”.

Os empossados juraram combater a corrupção e o nepotismo, além de se absterem de práticas e actos que lesem os interesses do Estado, sob pena de serem responsabilizados civil e  criminalmente. 

As mudanças ocorrem dias depois de uma operação feita, conjuntamente, pela Polícia Nacional e pelos Serviços de Inteligência, no Mártires de Kifangondo, em Luanda. O bairro é a grande referência no câmbio informal, actividade ilegal, mas cuja cotação é muitas vezes indicativa para vários sectores da actividade nacional. No seu discurso sobre o Estado da Nação, no mês passado, na Assembleia Nacional, o Presidente da República afirmou que o sector da Defesa e Segurança era um dos que requeria maior atenção. Disse, então, que iria apostar na qualificação dos oficiais, sargentos e praças, bem como num maior envolvimento de efectivos militares em actividades comunitárias, na vizinhança das respectivas unidades, ou ainda em acções de salvamento em situações de calamidades naturais que afectem as populações.

Na altura, João Lourenço afirmou, igualmente, que os serviços de Inteligência precisavam de ser modernizados e os seus efectivos valorizados, reconhecidos e motivados. \"É importante que se mantenham a par da evolução tecnológica, para garantia do reforço da integridade das instituições do Estado angolano e para a prevenção e combate ao terrorismo\", disse.

Para a Polícia Nacional, o Presidente da República falou num programa para o melhoramento da sua, o reforços do policiamento de proximidade e da acção de investigação criminal, além do combate à imigração ilegal e a humanização dos serviços prisionais. Os cidadãos que estiverem por algum tempo privados das suas liberdades, disse o Chefe de Estado, devem ter a possibilidade de se cultivar e de melhorar o seu grau de instrução ou a sua qualificação profissional.

A aposta na reeducação e ressocialização precisa de ser um facto, segundo o Chefe de Estado. Acrescentou que é preciso continuar a aprimorar o plano de acção que contribua para a diminuição dos acidentes nas estradas, que têm ceifado milhares de vidas e causado elevados prejuízos materiais.

“Temos de identificar todos os factores de risco no ambiente rodoviário, como o excesso de velocidade, a falta de iluminação nas ruas das cidades e nas vias rápidas, a embriaguez dos condutores, o mau estado técnico das viaturas e das vias, a superlotação dos meios de transporte colectivo entre outros”, identificou.

Na óptima de João Lourenço, os agentes da Polícia Nacional precisam de ter uma actuação exemplar, respeitando o uniforme que envergam e o Estado que representam e em nome do qual devem exercer a sua autoridade. “As autoridades militares têm de constituir um exemplo para os demais cidadãos, se pretendemos moralizar a nossa sociedade e as nossas instituições”, avaliou.

O novo comandante-geral Polícia Nacional, Eduardo Manuel Mingas, prometeu trabalhar para adequar a estrutura da corporação à nova dinâmica do país e apontou como prioridades a prevenção à delinquência, a sinistralidade rodoviária e combate ao crime, principalmente a criminalidade violenta. (JA)

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