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A vulgarização do passaporte diplomático tem os dias contados?

A vulgarização do passaporte diplomático tem os dias contados?

De Bento Kangamba a cantora Pérola, é enorme a fila de beneficiários que desqualificam a nobre função desse documento que deveria destinar-se primordialmente a diplomatas.

Entre o trabalho de casa à espera do novo ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, está a missão de pôr cobro à anárquica emissão do passaporte diplomático.

Nos últimos anos, este documento que de acordo com os cânones internacionais destina-se, primordialmente, ao uso de pessoas e entidades afectas às instituições diplomáticas - salvo alguns casos especiais definidos por lei - vem sendo emitido, no nosso país, de forma vulgar, beneficiando entidades não previstas pela legislação.

Sérgio Neto – eminência parda que era o “director-sombra” do GRECIMA, a quem o próprio Manuel Rabelais reportava antes de chegar ao ex-PR José Eduardo dos Santos ou aos filhos Tchizé dos Santos e Córeon-Dú – é detentor de um passaporte diplomático.

“Desde quando o senhor Sérgio Neto tem direito a passaporte diplomático? Ah, se o senhor Sérgio Neto beneficia ilegalmente desse passaporte, então a Pérola e os filhos também beneficiam!” – exclama, indignado, um funcionário do Ministério das Relações Exteriores, que dá conta destes factos ao Correio Angolense.

De acordo com a fonte, entre os beneficiários ilegais desse documento continua a figurar igualmente Bento Kangamba, por via do casamento com a sobrinha de José Eduardo dos Santos, Avelina dos Santos, que tinha direito a passaporte diplomático como secretária do antigo Presidente da República.

Enfim, é uma legião enorme de pessoas sem qualificação para isso a beneficiarem de passaporte diplomático, entre as quais a “corte” imensa de amantes de vários embaixadores.

“Não bastam as esposas, as amantes também?”, questiona a fonte num bramido, antes de finalizar com outro exemplo de vulgarização do passaporte diplomático em Angola – o caso de Bento Kangamba, cuja esposa, Avelina dos Santos, tinha direito a passaporte diplomático como secretária do antigo Presidente da República, quando nessa função lhe devia ser atribuído apenas um passaporte de serviço.

“Se isso não para, Angola tornar-se-á no paraíso dos passaportes diplomáticos”, remata a fonte, reclamando por critérios mais rigorosos na atribuição do documento. (Correio Angolense)

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