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UNITA acusa MPLA por homicídio de dirigente na província de Malanje

UNITA acusa MPLA por homicídio de dirigente na província de Malanje

A UNITA, maior partido da oposição angolana, denunciou hoje o homicídio do secretário municipal de Cambundi-Catembo, na província de Malanje, cuja responsabilidade atribui a elementos afetos ao MPLA, partido no poder.

O facto, ocorrido no domingo, foi hoje relatado à agência Lusa pelo porta-voz da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Alcides Sakala, que classificou a vítima como um "homem muito ativo, trabalhador, patriota e grande mobilizador".

Alcides Sakala considerou o caso como mais um ato de intolerância política, que se segue a outros ocorridos nas províncias de Benguela, Lunda Sul e Huambo, lamentando o silêncio por parte das autoridades angolanas sobre essas situações.

"O que nos preocupa é o facto de, até ao momento, nenhum membro do Governo angolano ter condenado estes atos. Entendemos esse silêncio conivente das autoridades angolanas como forma de encorajar essa prática de intolerância política, que se arrasta desde 2002", frisou o porta-voz e deputado da UNITA.

Segundo Alcides Sakala, a vítima encontrava-se num velório, onde terá iniciado uma discussão com elementos da JMPLA, organização juvenil do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), que rejeitavam a sua presença no local, alegadamente por ser membro da UNITA.

"O homem da CASA-CE [coligação angolana] tentou apaziguar e a situação normalizou, mas quando ia à casa para repousar foi quando foi barbaramente assassinado. Tinha os olhos vendados e foi encontrada uma pá sob o corpo, o que dá a entender que a devem ter utilizado para acabar com o homem", explicou.

O dirigente da UNITA disse que localmente foi apresentada queixa à polícia e que o secretário provincial do partido foi também contactado pelo governador da província, demonstrando que "deve haver algum movimento à volta disso tudo".

Nas eleições gerais de 23 de agosto último, a UNITA reforçou a posição de maior partido da oposição, quase duplicando o número de deputados para os atuais 51, enquanto o MPLA, que venceu as eleições, perdeu 25 mandatos, somando 150 eleitos à Assembleia Nacional.

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