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A narrativa é dizer não ao medo

A narrativa é dizer não ao medo

Pateticamente João Melo veio agora a tentar atirar areia para os olhos dos angolanos menos atentos, afirmando, que a narrativa da fraude eleitoral começou a ser ventilada a 1 ano. Ainda bem que assim foi, porém, o articulista e fiel escudeiro da verdade insípida no regime, não conseguirá por mais tempo ludibriar o povo sofrido. O povo está atento e não mais partilha da ideia que somente o MPLA nasceu com sabedoria para governar.

Por Raúl Diniz

Senhores do MPLA, utilizem a vossa vontade a policia criada a imagem do pai banana, cerquem a vossa vontade o país. A nossa resposta firme é dizer não ao medo.

Esta claro que o medo do MPLA é desesperante e grande, O MPLA está assustado, assim ele reza para que as oposições e o povo em geral, lhes concedam o tão desejado pretexto para utilizar a força policial bélica, contra as lideranças da sociedade civil e dos partidos políticos das oposições hoje graças a Deus (UNIDAS) bem unidas.

João Melo terá de entender que o tempo do preto matumbo já passou, esse tempo do medo já era meu kamba. Ninguém mais aqui na banda engole a verborreia discursiva habitual de arquitecto da paz, sobretudo, quando esses discursos são idênticos aos que marcaram o país nas sucessivas fraudes eleitorais desde 1992 até o presente momento.

Mas, nos dias de hoje, não existe nenhum angolano, nem mesmo aqueles que de uma maneira ou de outra concordaram em utilizar a inútil fraude como elemento surpresa para justificar a ignomínia megalómana intolerável como trampolim para manterem-se no poder, pode-se afirmar com toda certeza, que essa gente não estarão interessados em assassinar friamente mais angolanos para simplesmente manter no poder o tirano JES corrupto, nem mesmo para justificar a permanência do seu auxiliar João Lourenço no poder.

 A gatunagem tem que parar senhores, o que vocês têm a fazer é tirar as devidas ilações sobre o critico momento que atiraram o país. A cidadania angolana foi colocada em causa, e encontra-se em risco de uma total desintegração eminente. De igual modo, não se pôde esquecer os angolanos inocentes que verteram o seu sangue inocente na terra avermelhada e no asfalto envelhecido, nessas datas por motivos fúteis, desta vez podem ter a certeza que não será o povo a morrer assassinado como das outras vezes, por causa ambição desmedida de um homem que deseja ver o seu nome perpetuar-se eternamente no poder.

Se a narrativa da fraude começou a 1 ano como disse o peregrino da verdade do omnisciente dom João Melo, essa informação apesar de inoportuna, não entra em contradição com os parâmetros que envergaram a estrondosa fraude eleitoral detectada, por todos quantos querem olhar com olhos de ver. Além do mais, foi com tristeza verificar consumação da fraude em directo com elevado nível de desilusão da maioria qualificável dos cidadãos atentos.

A pergunta que não quer calar é, onde está afinal o erro da analise objectiva da narrativa da fraude eleitoral acontecida? Compreenda de uma vez por todas João Melo, o sol não nasceu apenas para alguns assoberbados oportunistas, sitiados no interior do MPLA e que a todo custo, querem aparecer como os donos da verdade instituída, debalde.

Há muitos Chico esperto no vosso MPLA, João Melo terá que entender que o sol nasceu para todo angolano, isso é uma verdade interpretativa inquestionável meu camarada. Aconselho ao apressado João Melo a ter mais calma, andar mais devagar, e sair rapidamente dessa mentalidade saloia de Chico esperto, depois abra bem os olhos da inteligência, e perceba rapidamente que a influencia do MPLA, junto do povo e da sociedade politica inteligente activa hoje é nenhuma.

Em aproximadamente 35 anos, a maioria da militância da primeira hora do MPLA foram postos de parte, porém, essa militância nunca se escusou em observar de perto o perigoso percurso que o partido trilhou. Agora, não há mais duvidas, só resta a essa militância intervir para ajudar a socorrer os angolanos que estão em luta contra a mentira implícita, veiculada pela direcção actual do macabro MPLA, que nada mais faz do que incentivar o ódio que divide os angolanos autóctones.

O partido de JES culpa pateticamente a posição por esta não aceitar o roubo realístico das eleições, do mesmo modo, é terrifico e assustador, ameaçar e atacar a sociedade civil por se negar em concordar com os excessos da campanha milionária do partido MPLA, que nos empobreceu intelectualmente a todos no seu longo percurso. Pior que tudo, foi assistir-se a abusiva utilização indevida dos meios de comunicação chegando mesmo a ser criticada pelos seus convidados observadores parciais das eleições.

O MPLA ocupou mais de 78% do espaço áudio televisivo e escrito dos órgãos da comunicação social. E isso a vista de todos, como se tudo pertencesse lhes pertencesse por herança.

 E ainda têm o descaramento de vir com o discurso que as eleições foral justas. Ora façam-nos o favor de se calar, nós somos gente racional e inteligente, não somos símios. Por outro lado, essa intenção de difundir a informação massiva de maneira negativa é desconcertante e imprópria para consumo publico.

 Isso foi um acto de total imprudência utilizar os meios de comunicação do estado para erigir inverdades contra as oposições, que por si já se viam com grandes dificuldades orçamentais para realizar as suas campanhas. Isso demonstra o quanto o MPLA se encontra desconectado da realidade do país. O povo não está somente distanciado do ditador, da família dele, mas, está sobretudo desconectado com o partido no poder há 42 anos.

O povo quer a mudança, o MPLA quer a opressão como meio de permanecer no poder, são duas realidades diferem uma da outra e estão totalmente desencontradas e em rota de colisão directa. As forças do povo se levantam silentes contra todas atitudes antirrepublicanas, em Angola ninguém mais aceita conviver com o poder intolerável totalitário, ninguém quer consumir mais as insinuações gratuitas feitas contra a UNITA, onde alegam que ela quer a guerra só para prosseguir com o infame objectivo de persegui-la.

Esse discurso retórico já cansa, aliás, isso é o mesmo que dar um tiro certeiro no próprio pé. Os algozes do povo têm medo de sair do poder, mas, de uma maneira ou de outra eles serão corridos do poder como cães raivosos. O mundo interno e externo sabe que o único partido armado em Angola é o MPLA, também se sabe que o MPLA não hesitará em utilizar a policia antirrepublicano e o exercito fantoche, como suporte para sua manutenção incólumes no poder.

A nossa resposta final ao MPLA, é gritar não ao medo.

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