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| Manuel Vicente, o homem mais influente de Angola para Presidencia da Republica |
| Notícias - Política |
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Manuel Domingos Vicente "já não é só um importante luandense, nem apenas um dos três homens mais poderosos de Angola. É, provavelmente, um dos gestores mais influentes de Angola. E isso acontece por causa do reconhecimento que tem nos EUA". Esta apreciação sobre o presidente da Sonangol é obviamente subjetiva. Foi feita por um jurista que conhece o percurso do líder da petrolífera estatal angolana, agora tido como um dos possíveis sucessores do Presidente angolano José Eduardo dos Santos - a partir de 2012. A 19 de março, o Expresso escrevia: "O líder da Sonangol é um candidato à sucessão do Presidente Eduardo dos Santos". Cinco meses depois, a sucessão presidencial, que tem dominado a atualidade política angolana, viu revelado o que José Eduardo dos Santos guardava a sete chaves: o nome do seu sucessor na presidência. Segundo o porta voz Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), Rui Falcão de Andrade disse ainda à Bloomberg que José Eduardo dos Santos pode ser substítuído por Manuel Vicente, presidente da Sonangol, a companhia petrolífera estatal, contudo diz que "todos os cenários são possíveis". "Estamos a falar de probabilidades. nenhuma decisão formal foi tomada ainda", disse Andrade numa entrevista telefónica. Depois de sucessivas recusas de Pitra Neto, antigo vice-presidente do MPLA, a partir do momento em que Manuel Vicente foi catapultado, pela mão do Presidente, para a direção daquele partido, os observadores políticos previram que a sua indicação para futuro inquilino do Palácio da Cidade Alta não teria contestação. "Na aparência há unanimidade, mas nos corredores há muita gente a torcer o nariz", disse um alto dirigente do MPLA que preferiu manter o anonimato. O Presidente angolano tem uma estratégia meticulosamente preparada para que tudo saia de acordo com os seus interesses. A primeira hipótese é José Eduardo dos Santos encabeçar a lista de deputados do MPLA às eleições do próximo ano. De acordo com o figurino constitucional vigente em Angola, assumiria novamente a presidência. A ala conservadora do partido, considera que Eduardo dos Santos deveria, nessas condições, cumprir o mandato até ao fim. Para tranquilizar vozes dissonantes, o Presidente angolano já fez entretanto saber a um núcleo restrito de dirigentes do seu partido que, um ano após a sua investidura, renunciaria ao cargo. Abriria assim caminho a que Manuel Vicente, o número dois da lista, venha a assumir a liderança do país em 2013, um cenário que está a dividir a base militante do MPLA. Para alguns observadores, temerosos de uma transição menos serena, este seria o cenário ideal. "A velha guarda e os boys" Uma segunda hipótese seria partir com uma lista liderada por Manuel Vicente, consagrando a assunção já no próximo ano, da presidência de Angola pelo patrão da Sonangol, com a prerrogativa de indicar o nome do seu vice-presidente. "A velha guarda e os boys, que vivem à custa dos favores do Presidente, nem sequer querem ouvir falar neste plano", confidenciou ao Expresso Laurentino Daniel, membro de um dos comités do partido no Governo. Perante um cenário internacional pouco propício ao prolongamento excessivo da permanência no poder, esta hipótese conta com o apoio de muitos reformistas como o deputado do MPLA João Melo, que defende a saída de Eduardo dos Santos já em 2012: "Não fazê-lo, acentuaria o desgaste da sua autoridade administrativa e política e atrairia críticas, ataques e até conspirações", advertiu o escritor num artigo publicado no semanário "Novo Jornal". Aspirações de Fernando Dias dos Santos desvanecem-se Mas a jogada do Presidente está a fazer estragos nalgumas figuras que acalentavam esperanças de lhe suceder. É o caso do vice-presidente, Fernando Dias dos Santos, que depois de ter sido ministro do Interior, primeiro-ministro e presidente do Parlamento, aspirava a sentar-se na principal cadeira do Palácio da Cidade Alta. "Sempre foi uma carta fora do baralho do Presidente e, com o atual desenlace, acaba por ser o grande derrotado" - confidenciou ao Expresso fonte da Presidência angolana. |
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Comentários
Se o JES escolheu o MV como o seu substito, quer dizer ha um compromiso entre os dois, o sistema vai continua, e nao podemos esquecer este tal MV é um dos homens mais rico de Portugal, na lideranca dele na sonangol, o Pais nao bombas de combustivel, luanda nao tem mbombas de combustivel compramos os mesmo produto com uma longa bixa,
A Sonangol ate o dia de hoje ainda nao presentou os lucros do seu investimento na RDC, CV, ST, Venezuela, CUBA, Brazil, Africa do sul e Portugal, mais continua os investimento pelo nome da sonangol, como eu ja disse, nao esquece este Homen Manuel V. é um dos mais rico de Portugal. queremos o seu VIP e antes de substitui o ZD as contas apresentado da sonangol.
Hoje sou adulto e o presidente de Angola continua o mesmo, José Eduardo dos Santos.
E eu me pergunto, o que é Angola sem Eduardo dos Santos como presidente? Sera que o ceu continuara azul? Sera que os rios não vão secar e as nuvens desabar? Sera que a FNLA não vão voltar a comer as pessoas, o Galo negro da UNITA não vai botar ovos e serem muitos por ai, sera que as obras em Angola não vão desabar, visto que o arquiteto vai se aposentar?
MANDUDAS, ZEDU, DOS SANTOS VAI DEIXAR DE SER PRESIDENTE, não soa estranho isso?
Mas agora ser substituido por Manuel Vicente, não vai mudar nada, A SAGA VAI CONTINUAR, escrevem isso.
- Resolução 834 – O Conselho de Segurança exige que a UNITA aceite sem reservas os resultados de 1992
- Resolução 1127/97 – Segundo pacote de Sanções contra a UNITA
- Resolução 1173/98 – Terceiro pacote de sanções contra a UNITA
- Resolução 1237/99 – Cria-se um Painel de peritos para averiguar como as sanções contra UNITA eram violadas
- Resolução 932/94 – Imposição de sanções adicionais contra a UNITA
A UNITA, sofreu inúmeras sanções, pelo facto de não ter demonstrado grande interesse em entrar no jogo político, cerca de três pacotes de sanções ou mais foram impostas a este movimento. Começou por perder o apoio dos Estados Unidos com a saída do presidente Reagan, e os EUA, começaram a exercer uma forte pressão, chegando a ser considerado por Bill Clinton uma ameaça a política externa. O culminar do afastamento da UNITA, derivado de vários erros e táticas que atrasaram o processo foi quando foi declarado movimento terrorista, pelo medonho e desumano atentado às vitimas do comboio de Zenza do Itombe.
A SADC anterior SADCC derivada dos “países da linha da frente” aprovou uma declaração aos 29 de Agosto de 1994, em que apelava ao agravamneto das sanções contra a UNITA. Mas nem isso fez com que este partido mudasse sua estratégia e passasse para a transparência. Devido às várias pressões que sofreu por parte dos EUA e da ONU, chegou a aceitar formalmnete as propostas sobre a reconciliação nacional.
Em contrapartida, o Governo de Angola sempre demonstrou boa fé, negociou sempre, cedeu poder, mas já sabemos o que Savimbi optou por fazer.
Pensemos bem, antes de crucificarmos os verdadeiros obreiros da Paz, aqueles que se sacrificaram para nos legarem alguma esperança num futuro melhor!
MUITO, SO OS 33 ANOS NO PODER PARECEM SER 70 ANOS COMO PRESIDENTE!... FOJI ISSO
EH QUE ROUBAR O POVO... MAS NUNCA EH TARDE O SUBSTITUTO NAO PRECISARA
ELEICOES VAI CORRER COM A FORCA E O PODER DAS MANIFESTACOES...
KKKKKKKKKKKKK....HAHAHAHAHAHAHA...HEHEHEHEHEHEHEH EHEHEHE
914041250 Comandante Bety
923432070 Comandante Ribas
923605290 Comandante Orlando
921500007 Comandante Frank
Presos pelos eduardistas, que pretendem impor-nos o neocolonialismo.
Povo angolano, todos bem vigilantes, no neocolonialismo a repressão é pior, a miséria é um martírio, a pobreza também e o neocolonialismo não tem cor.
Abaixo eduardismo (apoiado por portugueses, brasileiros e outros estrangeiros mercenários).
Abaixo policiaísmo
Abaixo neocolonialismo
Avante Democracia
A reacção não passará, a opressão não passará
A luta continua até a vitória final.
O Mpla um dia vai desaparecer no território Angolano ninguem entre nós Angolanos que gosta deste partido a corrupsäo e que faz que Este partido permanace mais com a saida do Diabo ninguem mais vai conseguir corromper todo Angolano dai que vai comesar O estrago deste partido Assassinos santomenses.
Outro ,que nao zuela ,kimbundu,kikongo ou umbundu. Outro ,talvez e com mas seguridade,vindo das longevas Ilhas Africanas.
Outro que joga a Economista e capitalista e que comanda uma empresa estatal(SONANGOL),cuja ,a mitade dAS acçoes da mesma empresa (SONANGOL)é propriedade de outras Multinacionais.
E me pergunto:
É deveras certo que o tal Vicente conduz e decide os destinos da Sonangol no mercado ,quando a mesma Sonangol o seu capital é metade Chevron,Shel,Texaco ou BP?
Devemos acreditar mesmo que Manuel Vicente faz e desfaz numa empresa com selo de Angola mas que na pratica é representaçao de empresas brancas?
Ou o MV ,nao deixa de ser titere branco, como o tal JES?
Seria vista e considerada de mudanças ou revoluçao ,uma hipotetica toma do timóm do País pelo o tal MV?
Os atentos ,somente consideramos positivo,o facto de que MV nao seja militar.
Mas;
Nao seria peor este remedio (cura )que a mesma enfermedade (doença).?
Ja que o MV ,nao passaria por um Congresso nas suas filas que lhe legitima-se e fortica-se ,e como cúmulo tampoco seria legitimado pelo o povo, em caso de nao liderar a lista dos camaradas.tornando-se em um PR imposto ,como outrora com JES?
A quem realmente interessaria este malabarismo?
Aos interesses brancos e amarelos?a crioulos e mestiços?ou a negros,bochimanes e khoisanes?
Nao estariamos tropeçando na mesma pedra ,os genuinos permitindo,tal lorota,quando temos um escenario com varios Partidos Politicos como alternancia? Neste caso nao seria legitimo um governo de Transiçao ,quando JES e company saissem de escena,e assim começar bem desde zero?
Se o Ocidente permitise tal aberraçao( do MV como PR),entao a Negritude,deveria mas uma vez condenar isto ,e ao mesmo tempo analizar como o mesmo Ocidente sempre cagou na causa Negra .
Atentos povo genuino.
O julgamento está marcado para amanhã às 08:30 a.m, no Tribunal da Polícia. Vamos todos (familiares, amigos, solidários e compatriotas) mais uma vez apelar à liberdade dos manifestantes de 03-09-2011.
Pedido directo do Carbono: Todos os que sentem a situação e se encontram em Luanda, estejam amanhã na porta do tribunal. Está marcado para às 08:30. Manifestem-se pacíficamente, como sempre.
Quem está fora, passe a palavra, ou sms. Eles precisam sentir o nosso apoio.
ESTA FOUMULA SOVIETICA URSS NÃO SERVE A A QUI EM ANGOLA.
PUTIN - MEDEVDEV A QUI NÃO SERVE,,,VAMOS TODOS A RUA PARA PRENDERMOS O MAIOR BANDIDO O TALIBAM DE ANGOLA O DITADOR JES.
>
> A história a que se refere a primeira parte da entrevista que aqui
> publicamos, é resultado de um pedaço de vida que poderia fazer parte do
> trajecto da existência de cada um de nós. Fazendo abstracção da
> verdadeira identidade das pessoas a que ela se refere, não é mais do
> que um caso nascido dum encontro juvenil aparentemente desencontrado,
> que se quer reencontrar nos dias de hoje, 46 anos mais tarde, depois de
> o tempo ter desfilado entre a nascença de um amor a que se seguiu a de
> uma criança, e a busca, muito tardia, do reconhecimento por parte dessa
> ex-criança de uma paternidade esquecida.
>
> O F8, neste caso, não tomou nenhuma iniciativa. Não foi desta vez que
> partimos em busca de afrontas à ética, para as denunciar, foi, sim, o
> afastamento talvez involuntário dessa mesma ética, ditado pelas
> circunstâncias de uma vida atribulada de guerrilheiro, que aqui está
> retratado, nesta busca de paternidade por parte de uma mulher que se
> viu sozinha na vida depois da morte da mãe e do substituto do pai,
> ambos falecidos no decorrer desta primeira década do século XXI.
>
> Folha 8 – Qual é o seu nome
>
> Josefina Matias - O nome que está registado no meu documento de
> identidade é Josefina Matias. Matias é o nome do meu padrasto. Mas o
> nome próprio, como me chamavam a minha mãe, avó e tias é; Ngutuika
> Josefa dos Santos.
>
> F8 – E a sua mãe como é que se chamava?
>
> JF – A minha mãe chamava-se Elisabeth Kaenje ou Konambanfe, que
> significa; “a filha do Banfe, que era o nome do pai da minha mãe”.
>
> F8 – Sabe como a sua mãe conheceu, aquele que diz ser seu pai?
>
> JM – O que me contaram é que, a minha mãe, lá no Congo, era amiga de
> uma prima do pai (Edu) e como los angolanos precisavam de ajuda na sua
> luta de libertação, então fez amizade com a mamã, que naquela altura já
> era comerciante que viajava muito. E nesse conhecimento, como ela se
> chegou a zangar com o meu padrasto, então como estava sozinha ele
> começou a comer lá em casa e assim se conheceram melhor e a mamã
> engravidou.
>
> F8 – Então ele não soube?
>
> JM – Soube, mas depois de uns meses, partiu para a URSS, onde foi
> estudar e se comunicava com a mamã através dos padres.
>
> F8 – E o seu nome quem lhe deu.[josefa matias 18]
>
> JM – A mamã diz que ele antes de partir disse que tinha de me chamar
> Nguituka Josefa dos Santos, mas como ele depois parou de se ligar com a
> mamã, então me registaram Josefa Matias (Matias que é apelido do
> padrasto) e o outro ficou nome verdadeiro mas só de casa.
>
> F8 - O que lhe disseram que fazia o seu pai no Congo?
>
> JM – Me disseram estava a lutar para a independência do país dele e que
> naquela altura andava sempre por perto do Agostinho Neto naquelas coisa
> de diplomata (política).
>
> F8 – E mais tarde, o que é que a sua mãe lhe contou sobre o seu pai?
>
> JM – Mais tarde a minha mãe disse que ele um dia vai vir para te
> reconhecer, porque sabe que te deixou na barriga, mas os anos foram
> passando e nada, até que um dia ela disse ouviu na rádio o teu pai está
> no poder, em Angola.
>
> F8 – E nunca tentaram contactar-lhe?
>
> JM – Tentamos, muitas vezes, mas sempre tínhamos barreira, em 1999, a
> mãe e o meu pai adoptivo, Matias, vieram à Lunda Norte fazer negócio, e
> tentaram chegar a Luanda mas na Lunda lhes disseram ser perigosos
> porque o país estava em guerra, podiam lhe matar e que era muito
> perigoso. Esse foi o grande impedimento nessa altura.
>
> F8 – Diga-nos quando foi a primeira vez que fez investigações para
> encontrar o seu pai (Edu)?
>
> JM – Depois mesmo disso, então disse, como filha vou lhe procurar,
> apenas para lhe ver e me registar, para ter pai verdadeiro e desde
> 2001, que vim para Luanda e a partir de 2007 é que encontrei no bairro
> Popular, uma sobrinha do pai, dona Eva Gaspar, que me recebeu bem e foi
> falando da minha situação.
>
> F8 – Porque é que esperou tanto tempo para procurá-lo?
>
> JM – Aconteceu que o meu marido adoeceu desde 2000 e foi muito penoso.
> Tínhamos muitos problemas, até à sua morte, em 2003. Nós estávamos
> ainda na Lunda, foi então que depois vim para Luanda…
>
> F8 – Quando foram feitos os primeiros contactos com a família do pai e
> qual foi a primeira pessoa que encontraram.
>
> JM – A primeira pessoa foi o Kelson, neto da Eva Gaspar, amigio do meu
> filho Arsénio, depois o Solito, o ti Luís e o avó Gaspar dos Santos,
> tio do papa (Edu).
>
> F8 – Quem é o Solito?
>
> JM – É o primeiro filho do tio Avelino dos Santos, irmão mais velho do
> pai (Edu)...
>
> F8 – Onde se encontraram pela primeira vez?
>
> JM – A primeira vez foi ali perto do armazém do Solito, na rua da
> Brigada, junto ao hospital Américo Boavida e quando falamos o Solito
> ligou para a tia Marta dos Santos. E depois ela pediu ao Solito para
> nos levar em Talatona, na casa da falecida avó Isabel dos Santos, outra
> irmã mais velha do papá.
>
> F8 - E quem é que vos levou ao Solito?.
>
> JM - A família do tio Gaspar dos Santos.
>
> F8 – E depois desses encontros visitaram a casa de mais alguém da
> família de Dos Santos?
>
> JM – Sim, depois fomos almoçar com a tia Marta dos Santos, na casa dela
> em Talatona, comemos bom funji, fomos muito bem tratados, sem
> problemas, eu estava mesmo à vontade.
>
> F8 – E depois deram-lhe alguma ajuda? Você pediu dinheiro?
>
> JM – Não! Eu não estou atrás do dinheiro, mas do reconhecimento de
> paternidade, principalmente depois da campanha que o MPLA realizou
> sobre a MORAL e a UNIDADE DA FAMÍLIA.
>
> F8 – Só isso mesmo?
>
> JM – Sim, nunca pedi dinheiro, nunca pedi casa, nem colégio para os
> meus filhos e eles também nunca me perguntaram se os netos andam na
> escola, em que classe, se estudam bem ou não… Mas já sabem que eu sou
> viúva e que vivo com os meus filhos.
>
> F8 – Para além disso nunca lhe convidaram para nenhum outro evento da
> família?
>
> JM – Já sim, fomos ao óbito da falecida avó Isabel, aí nos Bombeiros,
> por exemplo..
>
> F8 – Então a família lhe reconhece
>
> JM – Sim! Dos tios não tenho razões de queixa, mas isso não basta
> preciso de encostar no ombro do pai, sentir orgulho de ser filha e
> depois se não me quiser aqui, pode me mandar regressar para o Congo…
>
> F8 – Acha que lhe estão a impedir de chegar a quem diz ser seu pai?
>
> JM – Acho que sim. Não acredito que lhe tenham informado bem, pois ele
> é uma pessoa boa, carinhosa e tem bons princípios. Pelo menos ele
> sabendo, se calhar me deve escutar, pois não acredito que se tenha
> esquecido da mamã e da relação que tiveram. Também não vim tirar nada
> de nenhum meu irmão, quero que eles sejam muito felizes, porque o que
> busco ao longo destes anos é paternidade. É reconhecimento.
>
> F8 – Porque contactou um advogado. Tem medo de poder ser morta?
>
> JM – Tudo pode acontecer na vida, porque ela depende de Deus, mas
> existem na terra muitas pessoas más, por isso contactei o Dr. David
> Mendes e os seus escritórios para me ajudarem nesse caminho, que nunca
> mais termina…
>
> .Este é o lamento de Nguituka Josefa dos Santos, que em língua
> Kimbundu, à materna de José Eduardo dos Santos, significa SALTAR. E é
> um salto para o reconhecimento que ela busca agora. Por esta razão,
> esqueçamos os nomes. O que aqui reproduzimos é uma pequena parte do que
> nos foi relatado. Voltaremos nas próximas edições. Sem a mais pequena
> intenção de melindrar seja quem for. Mas com a firme determinação de
> assumir as últimas consequências em defesa da verdade, que neste caso
> preciso até tem um nome próprio: chama-se ADN.
Manuel Vicente: "tem estudo para gerir"; mas duvido se tem coração para olhar o sofrimento do angolano e se compadecer. Ele e Kopelipa São donos de Tudo Em Angola. Ele enriqueceu porque é da Rede. Colocá-lo no cargo é Para Zedu Estratégia.