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| «Aos Representantes e líderes dos partidos políticos angolanos» Massunguna Pedro |
| Notícias - Opinião |
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Poderosos Chefes, A ocasião deste comunicado urgente e emergente ao mesmo tempo, permitem-me em nome do povo angolano exortar-lhes com todo respeito que lhes devo. Caros Representantes, Estimados Líderes, Parece que os nossos representantes e líderes angolanos, esqueceram o sofrimento secular e extrema do nosso povo e estão progressivamente desde então, continuar a confundir e fintar o povo nas suas besteiras e lutas do poder. Angola é uma nação de todos filhos angolanos e precisa mais respeito e responsabilidade pela parte dos nossos representantes e líderes que assumem o mandato do povo e dos seus militantes. Assim tanto as nossas instituições ou partidos políticos, parecem ter apenas a aparência da democracia mas estão enganados porque os cidadãos descobrem cada vez mais que são excluidos na tomada de decisões. O macaco pode esconder-se mas a cauda o descobrirá. Quando procuramos os meios que temos para resistir a uma má governação ou decisão dos nossos poderosos chefes, apercebe-se que realmente nada funciona. Por isso entre as decisões, nos falta apenas a rua para resistirmos o que não é uma instituição nem partido político e o que mostra bem um pouco de importância em relação os editores das nossas constituições e partidos políticos, provocam geralmente a vontade popular e torna cada vez mais difícel de acreditar em vocês e dificilmente neste estado de coisas de poder evitar as eventuais revoltas e reivindicações no seio das intituições e dos partidos políticos lideram. Desde que a soberania do povo foi escamotiada e substituida pela soberania dos eleitos que constituem pois uma aristocracia no mal senso do termo, aquele de gatunos do poder. Só acabe pelo povo a legitimidade pelo referendo de definir o mandato dos seus representantes, líderes, superpotentes chefes ou porta-vozes para escolher o seu modo de designação ou eleição para os controlar as prestações de contas e as revogabilidades. Neste caso, não deve haver algures nem superman no seio dos nossos chefes. Para ser legítimo, todo poder deve depender do Povo que designa os seus representantes para a conduta cotidiana da coisa pública e Povo recupera o exercício directo do poder quando lhe julga útil para os diferentes procedimentos da iniciativa popular. Um líder, por vezes chamado lidário ou chefe do grupo é uma pessoa cujas ambições e actividades são ligadas com as do grupo com a vocação de satisfazer os objectivos comuns. A sua legitimidade reside na qualidade e dinamismo de sua leadership. E caracteriza-se por seu carismo e sua habilidade como orador. Por extenso, a palavra significa uma empresa que é seja o n°1 do sector de actividade económica, onde exerce seja aquilo que impõe o dinamismo para a profissão. A palavra líder é tanto um substantivo e um adjectivo qualificativo, mais ou menos sinônimo de carismático. Na nossa Angola de hoje, lidar significa tomar o controlo total e absoluto de tudo e de todos. Em Angola como em África em geral, não existem mais líderes carismáticos e honestos, nem existem órgãos importantes que assumem com vericidade, honestidade e zelo o controlo eficaz e verificamos todos dias que, as eleições e os congressos são considerados como um contra-poder satisfatório e inimigo de quém governa. As discusões em torno do tratado estabelecedor de uma constituição ou congresso e debate que estas suscitam, servem de revelador para a maioria dos cidadãos que não interessam-se da política. Parece ao mesmo tempo, revelador de uma fraqueza inquietante da jovem democracia, naqual vivemos em Angola e em África em particular. Sobretudo, a realização das eleições ou dos congressos em Angola, torna para já, uma prerrogativa e doença crônica angolana e africana. Enquanto a nossa jovem democracia deveria ser o princípio e o grande desafio das instituições e dos partidos políticos angolanos, como africanos, para demonstrarmos a nossa capacidade e desafiarmos com as nações pertinentes e diante daquelas que consideram a África como um continente dirigido pelos patetas e primitivos que nem conheçam o tempo em que estamos que também ?? YES WE CAN? ? . Na maioria dos casos em Angola assim como em África em particular, os poderes institucionais e partidários são bloqueados com fechaduras aristocráticas, e só o Povo em si mesmo pode exigir que o seu poder reaparece nas instituições e nos partidos políticos pertinentes ou caso contrário, esquecer por completo e totalmente os três partidos da situação e rebeldes nomeadamente o MPLA, a UNITA e a FNLA, que têm sobretudo rendido um mau trabalho a nação e os seus filhos. Os representantes e líderes do Povo devem ser o grande exemplo para a Nação e conformar-se no tempo e no espaço, sem chegar a intensidade dramática de uma revolução negra. Os princípios elementares da boa governação são : - a obrigação ; - a transparência ; - a dificiência ; - a receptividade ; - a prosperidade ; - o respeito do direito; Desde 1980, a África conheceu uma crise económica sem precedente caracterizada por ; - baixo de taxa de crescimento anual do PIB : - a regressão contínua do volume das exportações: - a evolução do entendimento exterior: - a passagem de certos países qualificados entre os de subsistência média : - a corrupção que devasta certos países do terceiro mundo : - o aumento do número dos países subdesenvolvidos e pobres de África (PMA) : A erradicação de pobreza ou a luta contra a corrupção, seria a proiridade para quém governa e desgoverna o nosso país, ao invés de distrair os angolanos nos assuntos partidários e esquecendo de tal forma a miséria e a pobreza extrêma que extermina o nosso Povo. Também agora acabe a nova geração de considerar esta gravidade e integrar-se com dinâmismo, sinceridade e determinação patriótica nas fileiras daqueles que defendem a as liberdades, o direito e a justice social do nosso Povo, para construção de um Estado livre, democrática e de igualmente, que não pertencerá a nenhum grupo social, nem partido político mas sim, uma Angola de todos angolanos e amigos que amâ-la. A juventude angolana, tem uma grande responsabilidade diante da nação pertinente e nela acaberá a reconciliação, a fraternidade e a unidade entre angolanos. Quanto tempo temos que esperar mais para reconciliarmos entre irmãos do mesmo pai e da mesma mãe ? Não esperam amanhâ, porque o futuro constri-se hoje. A passagem do poder aos mais jovens é urgente e iminente. Basta Senhor José Eduardo dos Santos, Basta Senhor Isaias Samakuva, Basta Senhor Ngola Kabangu, Basta Senhor Lucas Ngonda ; Basta Senhor Bento Bento e Basta Srs. Dino Matross e Bento Kangamba. Os angolanos não precisam mais de guerras do poder mas precisam de liberdade, justiça e respeito dos seus direitos defendidos pela Constituição e pelos tratados internacionais. Por isso, aprendem mais e conformam-se pelo um futuro melhor para a nossa Nação e o nosso Povo. Não esperam broncos, castenhos nem amarelos. Massunguna da Silva Pedro |
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Comentários
Angola é para todos nós,nao importa a sua raça,cor,religiao ou partido,somos simplesmente Angolanos,isso é que nos deve orgulhar,o passado de guerra nos dividiu e devemos aproveitar o presente de paz para unirmo-nos mais como Angolanos,filhos da mesma patria.
Vamos divergir politicamente e unirmo-nos pelo ideal de uma Angola de paz,prospera e indivisivel,para o bem de todos e das novas geraçoes.
Viva todos os Angolanos,de todas as tribos de todas as religioes e de todas as cores e partidos.
Mais que ganhe sempre o meu partido Angolaaaaaaaa
-esse impagavel lumpen-filosofo ANJO DA GUARDA deve-se calar para sempre;um Mandatuji jà basta!
-Prosa simiesca e alma vil
zedu-nguitukaFa lar de alguém é sempre desagradável; consiste em entrar na sua intimidade, que deve ser respeitada e preservada, porque se sabe que o respeito pela vida privada é um direito adquirido pelos membros de qualquer sociedade, seja onde for e seja com quem for.
A fronteira entre a vida pública e privada não é flutuante; muito pelo contrário, ela o é em função das circunstâncias e da visibilidade que, a um dado momento, essa pessoa adquire. Manter uma certa impermeabilidad e entre o público e o privado é uma pura ilusão, derivada de uma visão autista de si próprio.
O homem, como ser social, é também produto do conformismo e da influência social. Se alargarmos, exageradamente, essa visão, poderemos cair numa infracção, desrespeitando a pessoa em análise. Daí o lado mais complicado da questão, uma vez que a infracção é inversamente proporcional à visibilidade e ao carácter mediático da pessoa.
Assim, se é grave o desrespeito pela privacidade de um sujeito praticamente desconhecido, e nada mediático, menor é a infracção quando se trata de uma figura pública, e, sobretudo quando o modelo que a mesma encarna, e fomenta, é susceptível de influenciar gerações inteiras.
Para ser mais franco, desrespeitar o princípio do silêncio assume-se, numa situação dessas, com uma necessidade. De facto, não se pode proclamar a sete ventos a honra pela probidade, pela ética, pelos princípios e valores socialmente aceitáveis e recomendáveis quando nos aninhamos no egoísmo, volúpia, e no vício. Tudo isso a propósito da relação de José Eduardo dos Santos com as mulheres e numa altura em que ele próprio se assume, e se apresenta, como defensor dos valores da família.
As relações de José Eduardo dos Santos com as mulheres estiveram – e ainda continuam - mergulhadas no silêncio, mas, aos poucos, o retrato de um chefe de estado íntegro, emoldurando nas consciências dos angolanos, tal qual um quadro a preto e branco, vai-se desmoronando tal um castelo de cartas.
O aparecimento de Ngutuila Josefa Matias foi a última gota de água que levantou, e ainda levanta, uma série de interrogações sobre as relações entre JES e as mulheres. Ngutuila é filha de Elisabeth Kaenje, mulher que teria dito à filha (Ngutuila) que fora gerada, há 46 anos, por um homem, angolano, que depois partiu para a URSS, e se chama José Eduardo dos Santos.
A novela que se seguiu, entroncada em duas posições irreconciliáveis, Ngutuila apelando, em vão, pelo DNA e José Eduardo dos Santos a socorrer-se no seu apelido familiar, mostrou o lado mais patético deste tipo de situações. Este caso é apenas a ponte do iceberg (outros casos se seguirão) duma vida um tanto ou quanto permissível no que diz respeito a esta matéria. Oficialmente, JES, se terá casado com Tatiana Kukanova, uma russa que conheceu em Baku - a actual capital do Azerbaijão, uma das antigas Repúblicas da União Soviética - na altura bolseiro do curso de Engenharia de Hidrocarbonetos. Desconhece-se os meandros porque passou esta relação de onde nasceu a empresária Isabel dos Santos.
A entrada em cena de Maria Luísa Perdigão Abrantes (Milucha) mostrara que Tatiana fora lançada às urtigas. Mais tarde, José Eduardo dos Santos terá lançado o olho à aeromoça Ana Paula dos Santos com a qual viria a casar-se em 1991. Até aqui tudo bem, mas diversos relatos (não há fumo sem fogo) dão conta de várias relações extraconjugais e do envio sistemático das mulheres, engravidadas ou com os filhos nas mãos, para o estrangeiro.
É neste teia onde se pode enquadrar a relação de JES com Filomena de Sousa “Necas”(de origem cabo-verdiana) de onde originou o filho José Filomeno dos Santos (Zenu) que está sendo preparado para ocupar a cadeira do pai na presidência da República. Em Luanda, diz-se que o Presidente teve, e vai tendo, tantas outras mulheres, de quem teve outros tantos filhos que muitos conhecem, mas poucos se atrevem a comentar; isso para não falar de escândalos domésticos que em nada abonam para quem tem (ou teve) a responsabilidad e de moldar a consciência dos jovens sobre a visão da família responsável.
Salazar, outro malfadado ditador, num dos seus momentos de lucidez, afirmara que “o povo tem a tendência de imitar as atitudes de quem governa e, sobretudo os seus defeitos.” Não admira, pois, que grande parte da juventude angolana, enfeitiçada com o exemplo de cima, dê azo à sua imaginação, pervertendo-se e pervertendo a família angolana. E, neste aspecto, convenhamos, José Eduardo dos Santos, cujo reinado está chegando ao fim, prestou um mau serviço à sedimentação da família angolana.
Pedro Kufuna
Quem és tu para cá vires falar seu cabrão amarelo ?
Culpado é quem vos ensinou a comer salada seu langa refugiado na Belgica.kkkkkkkkkkkkkkk kkk