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BP Angola…a história transborda contornos de uma cabala….

BP Angola…a história transborda contornos de uma cabala….

Foi recentemente denunciado por alguns trabalhadores da BP, em resposta ao texto abaixo que, em conhecimento de causa, essa sátira fora forjada por um grupo de trabalhadores que, resistiam a liderança do então Director Geral da BP Angola, senhor Darryl Willis. As razões que levaram aqueles compatriotas a agirem de ma-fé foi porque o Sr Darryl Willis, cedo entendeu que, a via para a consolidação da BP como uma empresa forte em Angola seria priorizar uma política rigorosa de Angolanizacao, consubstanciada na competência profissional.

 Esta via, não agradou alguns  colegas que apostavam na ascensão desprovida de competência- o deficiente profissionalismo daqueles colegas, definitivamente traiu-os… disvirtuarem-se da realidade, socorreram-se até da calúnia, da infâmia e de um subtil preconceito racial (texto transcrito abaixo) para chantagearem a Direcção da BP em Londres, segundo o qual, o seu representante em Angola, o afro-americano Darryl Willis, então Presidente e Director Geral da BP Angola, corria perigo de vida devido a problemas passionais… Que infâmia!!!..., que vergonha e que golpe tão baixo!!!... Motivados pela ambição desmedida, suportados por algum revanchismo de uma “dupla” de expatriados, aqueles compatriotas prestaram um mau serviço à Pátria – serviram-se inclusive das relações previlegiadas que tinham junto à algumas instituições do Estado para intimidarem e influênciarem algumas decisões na empresa.

Após algumas investigações, viemos ao debate público, trazer à tona algumas evidências:

Não restam dúvidas que os autores do famigerado texto (abaixo) tem o punho dos senhores José Miguel Fernandes, actualmente exercendo as funções de Director do Projecto Kwanza-Benguela e do Sr Paulo Pizarro, actualmente exercendo as funções de Vice-presidente para a Comunicação e Relações Externas da BP. Estes senhores tiveram directamente o suporte do expatriado Peter Jackson, actualmente Vice-presidente para os reservatórios, jovem também bastante ambicioso…e, gozaram também da conivência de dois outros expatriados, Nick Cunningham e Trevor Barker, também muito reservados e conservadores.

- O Sr José Miguel Fernandes, um homem bastante astuto, que teve infância, juventude e vivência nos arredores de Lisboa, Portugal, onde terá aprendido grande parte das suas malandrices; entrou para a BP como responsável pela logística de apoio às operações do offshore, baseado na SONILS, onde durante alguns anos, teve uma gestão algo titubeante. Este senhor esteve envolvido em escândalos relativos ao estravio de perto de 13 milhões de dólares, resultando em prejuízos para a BP, numa negociata que envolvia uns contractos relacionados com a aviação – a investigação ao caso, levou que tal assunto fosse arquivado, devido à proteção que gozava do então Director Geral, Sr Martyn Morris. O Sr Martyn Morris, por razões sentimentais tinha neste senhor uma afeição muito grande, de relacao pai-filho que, cedo o catapultou para a liderança da BP - protegendo-o assim de um escândalo que poderia resultar na ma imagem da empresa.

- José Miguel, assim conhecido nas lides “jornalísticas”, se gaba ser homem de muitas influências na “society”, conseguiu convencer a então Direcção da BP, de Martyn Morris, a contratar o cunhado da sua esposa e viabilizou que este, por sua vez, contractasse um outro seu compatriota luso, para juntos prestarem serviços à BP. Foi igualmente acusado de mandar fazer pagamentos, sem contractos previamente estabelecidos e, muitas vezes sobre-facturados para o seu beneficio.

- José Miguel Fernandes, socorrendo-se da sua habilidade jornalística, foi sendo mentor de muitos mal-dizeres na BP, porque escondia o veneno da ambição desmedida e da ascensão ao poder sem muito  esforço. Foi colocado como Director do Projecto Kwanza-Benguela por Martyn Morris, cujo escopo das funções requeria um profundo conhecimento do “core business” que ele infelizmente não possuía (aliás não era essa a sua vocação); segundava-se de experientes geocientistas angolanos que lhe preenchiam tal lacuna. 

A sua habilidade de “bom falante” e “ le bon vivent”, de uma retórica refinada, o deixavam sempre bem na fotografia… daí ter bastante tempo para emprestar tambem os seus serviços a LAC, de que é colaborador e, a TPA onde desfila o seu charme num programa desportivo – é um “morde-e-sopra” habilidoso e, perigoso pela sua ambição que não vê meios para atingir fins. Basta dizer que José Miguel Fernandes, durante o consulado do Sr Darryl Willis, homem que exigia profissionalismo e rigor na equipa de liderança da BP, foi dos poucos que teve uma avaliação de desempenho abaixo das expectativas – isso o deixou irado e, porque adivinhando o descarrilamento da sua ascensão, não hesitou em partir para o contra-ataque…- concebeu alguns textos anônimos (próprio dos cobardes) enviou-o para a Direccao da BP, sediada em Saint-James, Londres – Inglaterra, e fez circular o texto (ver abaixo deste), onde facilmente, acusou o então Presidente Regional e Director Geral, Sr Darryl Willis, de nepotismo e de assédio sexual. Indivíduos como o José Miguel Fernandes, que não conseguem esconder o veneno dos preconceitos raciais, patentes no texto por ele escrito, não podem merecer o nosso apoio - ao contrário, temos que nos demarcar deles e desmascará-los com veemência…  usam o pretexto da necessidade do recrutamento local, promovem a incompetência e mancham o profissionalismo dos angolanos que meritoriamente podem substituir os expatriados.

- O Sr. Paulo Pizarro também quadro da BP, com passagens quase, em tudo que foi cargo de experiência para a sua ascensão…- não conseguiu vingar, por incompatibilidades comportamentais. Os registos dos arquivos da BP e, ainda a indelével memória de colegas de trabalho, testemunham que Paulo Pizarro é uma pessoa de mau caráter. Basta dizer que, nos vários sectores por onde passou, deixou o seu perfume de arrogante e mau-carácter; teve problemas de mesquinhices com quase todos colegas. Paulo era Director do IT ( por via da sua profissão de telecomunicações) não se adaptou e incompatibilizou-se com os colegas. 

Teve uma passagem pelo RH, onde durante o seu consulado, vários colegas preferiram o desemprego que aturar as mesquinhices do Sr Pizarro. Depois como responsável pela Comunicação e Imagem e Relações Externas da BP, em tão pouco tempo de gestão, já os colegas tinham feito um abaixo-assinado contestando a sua liderança. Devidamente protegido por Martyn Morris, aguentou-se no cargo…- O seu portfolio, incluía também o controle da Direcção dos Investimentos Sociais da BP. Nessa condição, Paulo Pizarro influenciou a Direcção da empresa, porque gozava do beneplácito do Sr Morris, no sentido da compra, pela BP, do edifício Torres do Carmo, o tal de fronte a igreja do mesmo nome, edificio esse que tem como co-proprietário o seu Pai, Sr Pizarro. Foi nessa senda que Paulo tentou convencer o seu colega, o então Director dos Projecto Sociais, Sr Gaspar Santos, a orçamentar fundos para o arranjo dos espaços de fronte ao edifício em causa - a que este colega se recusou por não sentir qual vital importância em tal projecto. Naturalmente, na primeira oportunidade que teve, Paulo propôs o afastamento do Gaspar Santos porque precisava ver as suas ideias a serem materializadas sem oposição.

- Finalmente, falemos do Sr Peter Jackson- um jovem com boas qualidades profissionais, actualmente Vice-Presidente para os Reservatórios dos campos onde a BP opera. A sua ambição o cegou a ponto de se aliar a uma cabala de traição ao seu proprio Chefe, Sr Darryl Willis. As razões de fundo são: - Peter Jackson, na condição de expatriado e Vice-Presidente, goza de benesses excepcionalmente atrativas: subsídios de deslocação, riscos e funções que permitem amealhar umas largas quantidades de libras…- a sua juventude na função o incentivam a perpectuar a sua condição de expatriado. 

Para o efeito, não hesitou em apoiar, oportunisticamente, uma campanha anti-angolanizacao que subtilmente preenchia a agenda daqueles “tristes” angolanos;  por via disso Peter Jackson acreditava que seria fácil tomar rapidamente o lugar de Darryl Willis, dai não hesitar em jogar a sua cartada, a qualquer preço, e ser o influente “external stakeholder” da cabala formada por Jose Miguel e Paulo Pizarro para derrubar Darryl Willis. Apoiou sem reservas a artimanha daqueles dois ambiciosos mesmo que, o derrube daquele Director implicasse uma descontinuidade da política de angolanizacao e, consequente desenvolvimento do nosso País.

NOTÍCIA QUE APARECEU NAS REDES SOCIAIS À QUAL ESTE TEXTO REAGE:

“Presidente da BP Angola afastado compulsivamente do cargo.

O presidente da BP Angola, Darryl Willis regressa à houston com acusações por parte de alguns funcionários da companhia  e depois de investigação interna. As causas são:

Arrendou uma casa muito cara; Gastou muito dinheiro na festa de fim do ano;

Contratou um familiar direto (nepotismo); Anda com funcionárias. Alguns trabalhadores ameaçaram publicar estás notícias na imprensa Angolana. 

Conclusão: em Angola até o Mbunbu Americano ficou como nós

Modificado emquinta, 16 março 2017 00:38

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