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Mulher morre após recusa de parto por cesariana

Mulher morre após recusa de parto por cesariana

Uma mulher, cuja identidade foi preservada, bem como o seu bebé, morreram no fim de semana, no Banco de Urgência do Hospital Provincial Materno Infantil de Malanje, por alegadamente recusar ser submetida a parto por cesariana, fez saber, hoje (segunda-feira), o chefe da unidade sanitária, Catarina da Glória.

Em declarações à Angop, Catarina da Glória esclareceu que a paciente recusou a intervenção cirúrgica para o parto, alegando que os anteriores foram normais, pelo que veio a falecer devido às dificuldades com que as parteiras se depararam para a realização do parto.

A falta de informações sobre o parto, por cesariana, bem como o tabu que ainda existe no seio de algumas famílias, de acordo com a responsável, têm sido factores para o aumento de casos de pacientes que negam a realização da cesariana.

Quanto às ocorrências, a responsável sublinhou que, durante o final de semana, foram realizados 57 partos, dos quais 14 em adolescentes, duas cesarianas, com dois nado-mortos e uma morte materna, fruto de 143 casos que deram entrada, incluindo consultas de ginecologia, obstetrícia e aborto criminal.

Por sua ve,z o Banco de Urgência de Medicina do Hospital Regional de Malanje, segundo o seu chefe adjunto, Pedro de Brito, atendeu 191 casos (menos 20 em relação ao período anterior), dos quais 119 com malária, 29 com febre tifóide, 27 doenças cárdio vasculares, seis casos de gastrite aguda e 10 de diabetes tipo dois.

O Banco de Urgência de Cirurgia e Ortopedia, igualmente do Hospital Regional, assistiu 105 pacientes, com destaque para 29 ferimentos por arma branca, um por arma de fogo, oito vítimas de acidentes de viação, uma morte por fractura de dois membros inferiores, entre outros, segundo o chefe da referida unidade, Armindo Balanga.

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