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MPLA reage sobre apelo à desobediência civil feito na rede social

MPLA reage sobre apelo à desobediência civil  feito na rede social

Nos últimos dias, está a circular nas redes sociais um texto, da autoria de um cidadão que se identifica como sendo Smith Chicoty, que se propõe a instalar um clima de medo no seio dos cidadãos angolanos e a tirar crédito às instituições democráticas de Angola.

Sendo o referido texto um verdadeiro incitamento à violência e, quiçá, ao terrorismo, o seu autor, que não terá agido isoladamente, pretende fazer crer que Angola é um Estado falhado, onde não vigora a lei e em que cada um pode fazer as coisas ao seu bel-prazer, estando imune das respectivas consequências.Puro engano.

O MPLA, que tem responsabilidades acrescidas, por sustentar o Governo angolano, saído das Eleições Gerais de 23 de Agosto de 2017, não pode estar indiferente a isso, a mais quando está em causa a segurança de todos os cidadãos, independentemente das suas opções ideológicas, religiosas ou partidárias.

O MPLA recorda que a paz, que todos os cidadãos estão a desfrutar em Angola, é fruto do sacrifício de todos os filhos da Pátria, muitos dos quais deram as suas próprias vidas ou ficaram estropiados para sempre, razão porque é um bem inalienável que deve ser cuidado a todo o momento.

É mister que cada angolano compreenda e interprete que todos só têm a ganhar com o bom clima de estabilidade política que o País vive, um verdadeiro exemplo de paz e concórdia entre todos os seus filhos, que não pode ser desvalorizado e prejudicado por caprichos subjectivos.

Angola é um Estado democrático de direito, que tem como fundamentos a soberania popular, o primado da Constituição e da lei, a separação de poderes e interdependência de funções, a unidade nacional, o pluralismo de expressão e de organização política e a democracia representativa e participativa.

Deste modo, os cidadãos dispõem de todos os mecanismos para a satisfação dos seus anseios, sendo de aconselhar que sejam eles os protagonistas da sã convivência.

De resto, a República de Angola promove e defende os direitos e liberdades fundamentais do homem, quer como indivíduo, quer como membro de grupos sociais organizados e assegura o respeito e a garantia da sua efectivação pelos poderes legislativo, executivo e judicial, seus órgãos e instituições, bem como por todas as pessoas singulares e colectivas.

A marca do quatro de Abril de 2002 veio para ficar, o que significa que a guerra ficou para trás.Ficaram as lições muito amargas desse período.

“Sabemos, por experiência própria, quão dolorosos são os efeitos da guerra e quais os valores que a paz propicia e encerra” – como disse o Camarada José Eduardo dos Santos, Presidente do MPLA e ex-Chefe de Estado de Angola.Guerra nunca mais.

O novo contexto que o País vive reserva aos partidos políticos, sem excepção, a assunção de uma postura condizente com os valores mais sublimes do povo angolano, sendo eles os primeiros responsáveis pela educação patriótica dos seus militantes, no combate contra todas as formas de crime e ilicitude económica, à corrupção, ao branqueamento e à fuga de capitais, suportado num sistema judicial rigoroso, transparente, eficaz e célere.

Dito de outro modo, os partidos políticos participam na vida política e na expressão do sufrágio militar por meios democráticos e pacíficos, com respeito pelos princípios da independência nacional, da paz, da unidade nacional e da democracia política.

É oportuno recordar as palavras do Presidente da República de Angola, Camarada João Lourenço, Titular do Poder Executivo, na sua primeira mensagem sobre o Estado da Nação, em 16 de Outubro de 2017: “Herdámos, do Presidente José Eduardo dos Santos, um país independente, livre, unido de Cabinda ao Cunene, em paz e com um povo reconciliado consigo próprio, o que agradecemos, por representar um importante capital, que ajudará a enfrentar com certeza os desafios do presente e do futuro”.

E é, precisamente, esse capital que deve ser preservado.Que não deve ser desvalorizado, nem desperdiçado.

/DIP CC/AB

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