Menu
RSS

Novas mudanças na Sonangol: presidente da Sonagás substituído, directora de ética em acção

Novas mudanças na Sonangol: presidente da Sonagás substituído, directora de ética em acção

A petrolífera nacional voltou a mexer na estrutura do grupo, no âmbito das reformas implementadas pela administração de Isabel dos Santos, substituindo o presidente da comissão executiva da Sonagás e criando o cargo de director de ética, confirmou ao Novo Jornal Online fonte da Sonangol..

Após cinco anos no cargo de presidente da comissão executiva da Sonagás, Ruben Monteiro da Costa, que tinha sido nomeado por Francisco de Lemos, deixa a liderança desta subsidiária do grupo Sonangol, confirmou ao Novo Jornal Online fonte do gabinete de comunicação da petrolífera estatal.

Para o seu lugar entra Mauro Graça, até aqui vogal da comissão executiva da Sonagás, responsável pelas direcções de negócios e de aprovisionamento e pelo gabinete de gestão de participações.

As mudanças na petrolífera estatal incluem ainda a criação de uma nova figura: o director de ética, posição assumida por Olímpia Magalhães, que tal como Mauro Graça já pertencia aos quadros da Sonangol.

Estas mexidas na estrutura da companhia nacional, enquadradas no programa de reformas liderado por Isabel dos Santos, surgem cerca de um mês depois da entrada de três novos membros, para reforço da composição do Conselho de Administração.

Com destaque destaque para o economista português Emídio Pinheiro, ex-presidente executivo do Banco de Fomento Angola (BFA), nomeado para gerir a Sonangol Holdings e Indústria.

Na mesma mensagem, a empresa sublinhou que nas contratações feitas desde Junho de 2016, quando entrou a nova administração, "foram contratados 35 colaboradores, dos quais 26 são nacionais e nove são expatriados".

Para além do banqueiro, que saiu do BFA no ano passado, o Conselho de Administração da Sonangol passou a integrar Ivan Sá de Almeida, com as funções nas áreas relativas à produção e exploração, e Susana Brandão, para a coordenação da área jurídica.

O trio de administradores desencadeou novos ataques contra a liderança de Isabel dos Santos, acusada de discriminar cidadãos nacionais nas contratações, privilegiando expatriados.

Rebatendo as alegações, a Sonangol garantiu, em comunicado, que prioriza "contratações de novos talentos angolanos sempre que disponíveis no mercado", sublinhando que as acusações difundidas em notícias e nas redes sociais sobre um alegado relegar de competências angolanas para segundo plano são "desprovidas de qualquer tipo de fundamento e racionalidade".

Na mesma mensagem, a empresa sublinhou que nas contratações feitas desde Junho de 2016, quando entrou a nova administração, "foram contratados 35 colaboradores, dos quais 26 são nacionais e nove são expatriados". (NJ)

Last modified onQuarta, 25 Outubro 2017 14:08
..
..
back to top

Recomendamos