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Angola tem 81 igrejas reconhecidas pelo Estado

Angola tem 81 igrejas reconhecidas pelo Estado

Angola tem 81 confissões religiosas reconhecidas pelo Estado, sendo que as restantes funcionam congregadas em plataformas religiosas, numa altura em decorre o processo de organização e mapeamento das mesmas.

A informação foi avançada hoje à agência Lusa, em Luanda, pela diretora do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR) de Angola, Ruth Mixinge, à margem da palestra promovida pela instituição sobre a parceria entre o Estado e organizações religiosas na promoção da solidariedade social.

De acordo com a responsável, além das 81 confissões reconhecidas e legais, foram entretanto criadas, ao abrigo de novas orientações do Governo, diversas plataformas religiosas que congregam várias pequenas igrejas.

"Não vamos falar neste momento em números de igrejas não reconhecidas, mas vamos sim enfatizar mais efetivamente este trabalho que está sendo feito com vista a dar um cunho mais organizativo, mais congregador. Porque tendo as plataformas, vai ser mais fácil encontrar a ligação para permitir que as orientações e preocupações cheguem até o Estado", acrescentou a diretora do INAR.

Algumas destas plataformas foram criadas após o caso da seita "A Luz do Mundo" - liderada por Julino Kalupeteka e conhecida por advogar o fim do mundo -, em que fieis e polícias se envolveram em confrontos, no Huambo, em abril de 2015.

Segundo a versão oficial, contestada pela oposição angolana, estes confrontos terminaram com a morte de nove polícias e 13 fiéis.

Já em 2016, dez elementos desta seita, incluindo o seu líder, foram condenadas pelo Tribunal do Huambo a penas que totalizam quase 250 anos de cadeia.

De acordo com Ruth Mixinge, todas igrejas reconhecidas pelo Estado angolano devem pautar a sua ação na busca da garantia do bem-estar espiritual da pessoa humana.

"Todas as reconhecidas devem se alistar em função da sua doutrina, em função da sua filosofia em função das suas práticas, que devem ser praticas que garantam a segurança, a harmonia o respeito pelos direitos humanos", afirmou.

Questionada sobre a problemática das formas de atuação de algumas igrejas Ruth Mixinge considerou "que a questão dos assuntos religiosos é transversal e não deve ser apenas responsabilizado o Estado" nesta matéria, "mas também as lideranças".

Angola tem mesmo em preparação uma nova lei sobre a liberdade de religião e culto, que está em "processo de avaliação e de análise", ainda sem data para entrar em vigor.

LUSA

 

Modificado emterça, 10 janeiro 2017 20:09

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