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Líder da UNITA em Lisboa para o funeral de Mário Soares

Líder da UNITA em Lisboa para o funeral de Mário Soares

O presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, viajou para Lisboa para estar presente, hoje, nas cerimónias fúnebres do antigo Presidente português Mário Soares, falecido no sábado.

De acordo com informação transmitida hoje à Lusa pela comissão política do maior partido da oposição angolana, Samakuva pretende "prestar a sua homenagem a esta figura da história contemporânea" e um "político de dimensão internacional, marcado pelo seu combate a favor da liberdade e da democracia".

No sábado, na reação à morte de Mário Soares, o presidente da UNITA considerou que Angola "perdeu um amigo", classificando o antigo Presidente português como uma "personalidade de estatuto internacional" que lutou pela democracia em Portugal e pela reconciliação angolana.

"Angola perdeu um amigo e eu presto a minha homenagem a este homem que marcou a nossa história com as lições de democracia que nos deixa", disse Isaías Samakuva, em declarações à Lusa.

"Contribuiu para o processo democrático que temos hoje e fez sempre tudo o que pôde para aconselhar os angolanos para um verdadeiro processo de reconciliação nacional", sublinhou.

Mário Soares morreu no sábado, aos 92 anos, no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa.

O Governo português decretou três dias de luto nacional, até quarta-feira.

O corpo do antigo Presidente da República está em câmara ardente no Mosteiro dos Jerónimos desde as 13:10 de segunda-feira, depois de ter sido saudado por milhares de pessoas à passagem do cortejo fúnebre pelas principais ruas da capital com escolta a cavalo da GNR.

O funeral realiza-se hoje, pelas 15:30, no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, após passagem do cortejo fúnebre pelo Palácio de Belém, Assembleia da República, Fundação Mário Soares e sede do PS, no Largo do Rato.

Nascido a 07 de dezembro de 1924, em Lisboa, Mário Alberto Nobre Lopes Soares, advogado, combateu a ditadura do Estado Novo e foi fundador e primeiro líder do PS.

Após a revolução do 25 de Abril de 1974, regressou do exílio em França e foi ministro dos Negócios Estrangeiros e primeiro-ministro entre 1976 e 1978 e entre 1983 e 1985, tendo pedido a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1977, e assinado o respetivo tratado, em 1985.

Em 1986, ganhou as eleições presidenciais e foi Presidente da República durante dois mandatos, até 1996.

 

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