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UEFA solidária com federação angolana e famílias das vítimas de Uíge

UEFA solidária com federação angolana e famílias das vítimas de Uíge

A UEFA expressou hoje à Federação Angolana de Futebol sua solidariedade pela da tragédia ocorrida na sexta-feira no estádio municipal 4 de Janeiro, em Uíge, Angola.

sequência da tragédia que ocorreu em Uíge, na noite passada”, escreveu o presidente do organismo europeu, Aleksander Ceferin, numa nota publicada no site oficial da UEFA.

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) expressou hoje o seu "lamento pela tragédia no Estádio de Uíge, em Angola, onde perderam a vida 17 pessoas", por intermédio de uma nota publicada no site oficial,

"Trata-se de mais um episódio dramático na história do futebol, que deixa de luto os desportistas de todo o Mundo", referiu o presidente o presidente da LPFP, Pedro Proença.

Desta forma, a Liga exprimiu "as mais sentidas condolências aos familiares e amigos das pessoas que morreram".

Sete feridos entre 59 ainda em estado grave

Sete dos 59 feridos do incidente de sexta-feira no estádio municipal 04 de Janeiro, na cidade angolana do Uíge, quando centenas tentavam assistir à estreia do ‘Girabola', permanecem em estado grave, além do registo oficial de 17 mortos.

A informação foi confirmada hoje à agência Lusa por fonte oficial dos serviços de proteção civil e bombeiros do Uíge, cerca de 24 horas depois de registado o incidente à porta do estádio, na partida inaugural do principal campeonato angolano de futebol.

"O número de vítimas mortais não teve alteração. O número oficial é de 17 vítimas mortais e 59 feridos, alguns destes já começaram a receber alta por melhorias e sete ainda inspiram cuidados médicos", precisou hoje a mesma fonte, acrescentando que os feridos foram encaminhados logo na sexta-feira para o hospital provincial do Uíge.

Segundo informação prestada ainda na sexta-feira à Lusa por fonte da equipa da casa, o Santa Rita de Cássia do Uíge, que se estreia esta época no principal campeonato angolano de futebol, o incidente terá sido provocado por um alegado forçar da entrada no estádio pelas pessoas, que causou a morte, por asfixia, de vários adeptos, incluindo crianças.

O Presidente angolano lamentou entretanto a morte dos adeptos que tentavam assistir ao jogo de futebol no Uíge, instruindo o governo provincial a dar apoio aos sinistrados e ordenando a abertura de um inquérito.

A investigação, segundo dados recolhidos pela Lusa, é coordenada pela delegação provincial do Uíge do Ministério do Interior.

O jogo inaugural do campeonato angolano de futebol, o ‘Girabola' 2017, entre o Santa Rita de Cássia e o Recreativo do Libolo teve milhares de pessoas a tentar assistir à partida num estádio com capacidade para pouco mais de 1.000 adeptos.

O Ministério da Juventude e Desportos já solicitou à Federação Angolana de Futebol, à Associação de futebol local e às autoridades da província do Uíge que averiguem as causas do acontecimento e a tomada de medidas que se imponham necessárias.

O presidente do Santa Rita de Cássia, clube formado em agosto de 2015 e que no seguinte sagrou-se campeão da segunda divisão, carimbando assim a subida ao ‘Girabola', responsabilizou a polícia pela tragédia que causou a morte de pelo menos 17 pessoas no estádio municipal 04 de Janeiro, na província de Uíge, no jogo com o Recreativo do Libolo, que terminou com a vitória dos forasteiros, por 1-0.

"Ocorreu um erro grave da polícia, ao deixar a população aproximar-se do campo. Muitos não queriam pagar e os que tinham bilhetes não conseguiam entrar. Depois começou a confusão. É muito triste", explicou Pedro Nzolonzi.

Em declarações à Lusa, o líder do clube vincou que as forças de segurança deveriam ter acautelado a chegada dos adeptos.

"Uíge é um povo que gosta de futebol e todo o mundo queria entrar no campo. Foi uma falha grave. A culpa disto tudo é da polícia. E era fácil evitar: era só alargar o cordão de segurança", disse o dirigente angolano.

Situada a cerca de 300 quilómetros de Luanda, a cidade do Uíge é capital da província com o mesmo nome, no norte de Angola, na fronteira com a República Democrática do Congo.

LUSA

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